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terça-feira, 26 de novembro de 2013

Warren Buffett, Investidor de Sucesso há década...

.Warren Buffett. Todos copiam... Interessante matéria!
Todo mundo tenta, mas ninguém consegue ser Warren Buffett.
Ninguém consegue copiar o sucesso do investidor Warren Buffett. Gestores vistos como estrelas logo ficam no vermelho, para desespero dos investidores. Bater o mercado é mesmo para poucos...

Os Fundos como o da Pimco, chamados de ativos, renderam 6,6% (o levantamento inclui fundos de ações, de hedge e de renda fixa). Mas a pesquisa também mostra que o fundo mais rentável do período é ativo: um fundo de commodities da pequena gestora canadense Di Tomasso, que rendeu quase 27% ao ano no período.

Também faz parte desse grupo o investidor Warren Buffett, que bateu o índice S&P 500 em 40 dos últimos 48 anos. E George Soros, cujo fundo de hedge operou de 1969 a 2011 com retorno de 20% ao ano (hoje, ele administra sua fortuna).

O tamanho desses dois segmentos sugere que a maioria dos investidores não liga muito para a média e está mais interessada em tentar achar o próximo Buffett ou os próximos Soros. O patrimônio dos fundos ativos soma 10 trilhões de dólares, seis vezes mais que os indexados.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

O Ouro Não É Tão Seguro Como Se Especula

O multi milionário, Warren Buffett/USA . Explica, numa adaptação da carta que vai enviar aos acionistas da Berkshire Hathaway, porque é que as ações dão maior credibilidade que as alternativas: Tecnologia, Imobiliário e Ouro.


 E também justifica porque é que são mais seguras.Aparente mente esta se formando  Bolha na tecnologia. Bolha no imobiliário! Bolha no ouro! 
No artigo, intitulado "Porque é que as ações superam o ouro e as obrigações", Buffett não se esquece de explicar porque é que o ouro não é tão seguro como se especula. 
E também indica porque é que não dará sempre o mesmo rendimento que está agora a distribuir.

 O norte-americano lembra que movimentos semelhantes aconteceram nas cotadas tecnológicas e no imobiliário e acabaram em bolha.
Os ativos nesta segunda categoria referida por Warren Buffett são "ativos que não produzem nada, mas que são comprados na esperança de que alguém – que também sabe que os ativos serão sempre improdutivos – pague mais por eles no futuro”. 
 

O problema do ouro, por exemplo, é que os investidores estão convencidos de que a escalada do ouro por 11 anos vai continuar. E os exageros já foram feitos noutros ativos.
O investimento mais seguro em Ativos Produtivos."As minhas preferência é a terceira categoria: investimento em ativos produtivos sejam empresas, agricultura ou imobiliário", refere o investidor. 


Ao contrário dos outros ativos, o poder de compra não sofre tanto com a inflação. 


"Mesmo que uma moeda possa ser cunhada em ouro, em conchas, dentes de tubarão ou num pedaço de papel (como hoje), as pessoas vão estar sempre dispostas a trocar alguns minutos do seu dia de trabalho por uma Coca-Cola ou por um amendoim", brincou Warren Buffett, para demonstrar que o investimento mais rentável será deter os negócios ou uma quantidade consideráveis de ações em torno destes ativos produtivos.

É desta forma que o "oráculo de Omaha" tenta mostrar, na adaptação da carta aos acionistas, que esta é a categoria de investimento que se vai mostrar a verdadeira "vencedora". E termina dizendo: "Mais importante que isso, [este investimento] será, de longe, o mais seguro".
O ouro, não é tão seguro como se especula. 

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Por que Warren Buffett é tão repetitivo e relevante?

Bilionário tem dito as mesmas coisas que já costumava repetir em 2008, mas investidores do mundo todo não se cansam de parar para escutá-lo.


Warren Buffett: "gosto de comprar em liquidações"

São Paulo – Presidente-executivo da lendária holding de investimentos Berkshire Hathaway e integrante assíduo do clube dos mais ricos do mundo, Warren Buffett costuma fazer declarações que ecoam até pelos cantos mais longínquos do planeta. Suas aparições recentes ganharam as páginas de jornais e blogs esta semana. Além de publicar um  artigo no New York Times defendendo o aumento de impostos para os milionários americanos, o megainvestidor reforçou esta e outras ideias no programa de entrevistas do apresentador norte-americano Charlie Rose.
Para quem analisa friamente, o discurso é praticamente o mesmo que o proferido pelo bilionário no mesmo programa há três anos. Se Buffett é tão prolixo, por que tanto gente o escuta? O sucesso acumulado por Buffett nos investimentos realizados ao longo da vida é parte da resposta. Mas também chama a atenção a calma que ele consegue inspirar mesmo nos momentos em que todo mundo no mercado parece ter entrado em pânico. Entre recomendações de compra na baixa e frases que emanam patriotismo, veja como o discurso do Oráculo de Omaha sobre a crise que abalou o mercado nos últimos dias se assemelha ao proferido por ele no mesmo programa de TV depois da quebra do Lehman Brothers, em 2008.
Na cola dos super ricos

Na visão de Buffett, o Congresso deveria parar de afagar os multimilionários norte-americanos. "A renda de ninguém subiu mais rápido do que do 1% da população que está no topo da pirâmide. E não há nada de errado em pedir um pouco da ajuda de todos para diminuir a dívida pública", afirmou o octogenário. Buffett já havia expressado o descontentamento no jornal New York Times, sustentando que, do alto dos seus bilhões, ele lidara com uma carga tributária de 17% sobre os seus vencimentos em 2010, enquanto para os 20 funcionários do seu escritório a mordida fora muito maior, oscilando entre 33% e 41%.



A cruzada não vem de hoje. Em 2008, a mesma reivindicação marcou presença no bate-papo entre o megainvestidor e o apresentador Charlie Rose. "Estou pagando hoje a taxa de impostos mais baixa que eu já paguei na minha vida. Isso é uma loucura. O estímulo deve ir para pessoas de baixa e média renda, e não para quem está na lista da Forbes como eu", disse na época.

A crença inabalável nos Estados Unidos


Para Buffett, é inevitável que as recessões aconteçam de tempos em tempos. "Quando alguém vê o vizinho ficando mais rico, começa a evolução natural da bolha. Bastam três coisas para sua formação: os inovadores, os imitadores e os idiotas. Todo mundo caminha junto", afirmou na entrevista ao jornalista Charlie Rose de 2008. Mas ainda que a concessão irrestrita de crédito habitacional nos EUA tenha desencadeado a quebra do sistema financeiro mundial, Buffett nunca deixou de manter seu otimismo em relação à capacidade do país de se levantar.

"A confiança vai voltar", sentenciou há três anos. "Tivemos a Grande Depressão, duas guerras mundiais, passamos por choques do petróleo, mas alguma coisa no sistema americano desencadeou um incrível potencial de capacidade produtiva. Agora o atleta está no chão. Mas ele é um super atleta."

O horizonte continua turvo na terra do Tio Sam. Mas a crença do bilionário permanece a mesma. "A decisão do Federal Reserve (o Banco Central americano) de manter as taxas de juros perto de zero é uma meta muito dura. O anúncio mostra que eles acreditam que a economia não vai andar tão bem até essa data. Mas eu acho que há chances de eles estarem errados e os Estados Unidos se recuperarem antes disso", afirmou no programa de entrevistas desta semana. "O sistema americano funciona e funciona maravilhosamente bem", afirmou.Continue Aqui: Exame.com






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Oliveiralimainvest10

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Onde Warren Buffett investe e não investe dinheiro...

Warren Buffett/USA

Onde Warren Buffett investe e não investe dinheiro


Warren Buffett: "prefiro acreditar em empresas com linhas de produção"

Warren Buffett, a euforia com a subida do ouro não justifica a entrada do ativo no portfólio de nenhum investidor.
Saco Dinheiro
As ações de bancos devem perder apelo nos próximos anos e a poupança em títulos públicos deve ser entendida como um colchão de liquidez.
Ouro não impressiona
Segundo Buffett, o resultado da coleta e fundição de todo o ouro do mundo será um cubo com quase 20,5 metros de cada lado.
"Você pode pegar uma escada, subir até o topo e dizer que está sentado no alto do mundo. Você pode polir esse cubo, afagá-lo e ficar admirando-o", disse o bilionário. Mas apenas isso.
"O ouro não tem valor intrínseco. Comprar commodities como o metal é apostar que alguém chegará para pagar mais depois", sentenciou. Para o Oráculo de Omaha, a crença no ouro é em grande parte especulativa, ao contrário do investimento em empresas que têm linha de produção.
"Há de ter algo peculiar com um ativo que só vai para cima se o restante do mundo está indo para baixo", acrescentou Charlie Munger, vice-presidente da Berkshire.

Por que a derrocada do dólar não assusta
Não há como fugir do enfraquecimento do dólar, já que o poder de compra da moeda norte-americana inevitavelmente cairá com o aumento da inflação. Buffett acredita, no entanto, que esse não é um prenúncio do fim.
"Não gosto de inflação", afirmou. "Mas venho me adaptando a ela nos últimos anos". Para o megainvestidor, outras moedas ao redor do globo também vão ficar mais baratas. E como ele não tem um palpite seguro sobre a possibilidade do dólar cair ainda mais, a Berkshire não irá apostar contra a moeda norte-americana.

Petróleo não enche os olhos
 “Algumas subsidiárias da Berkshire já fazem hedge com o óleo – e estamos mais do que satisfeitos com isso”, explicou.
“Preços em alta podem ser contagiosos e influenciar comportamentos. Mas preços em alta, em si, não são a melhor forma de investir para o futuro”, sustentou. “Eu realmente acho que um investidor inteligente pode ganhar mais dinheiro ao longo do tempo com ativos produtivos do que especulando com commodities.”

Papéis da dívida norte-americana são necessários
Com um caixa de 38 bilhões de reais em títulos do Tesouro americano, Buffett reconheceu que não está ganhando quase nada com a investimento, que rende a pífias taxas de juros. Mas fez ressalvas. “Essa é apenas uma vaga de estacionamento. Sabemos que vamos tirar nosso carro daí assim que precisarmos”, disse, chamando atenção para os benefícios proporcionados pela liquidez da aplicação nos papéis da dívida norte-americana. Em 2008, foi justamente esse colchão que permitiu a injeção de generosas porções de dinheiro na General Electric e no Goldman Sachs, aplicações que rendem hoje dividendos de 10% ao ano à Berkshire.

Bancos perderam o apelo
Ainda assim, o bilionário elogiou as duas instituições financeiras que fazem parte da carteira da holding. "Ainda pensamos que o Wells Fargo e o U.S. Bank são operações muito boas". Desde o último dia do ano passado, a Berkshire já aumentou sua participação no Wells Fargo em 4,8%, com um total de 358.9 milhões de papéis. Em relação ao U.S. Bank, a fatia manteve-se em 3,6%.

Repasse de dividendos fica para depois
Na reunião da Berkshire, Buffett disse que a distribuição de lucros será o sinal de que o conglomerado já não tem mais onde colocar dinheiro. Apesar de não ter afastado essa possibilidade, ele sustentou que isso não irá acontecer por ora.
"Vai chegar um tempo em que pensaremos em algo recompensador para nossos acionistas quando não pudemos mais ganhar de 15 a 20 bilhões de dólares por ano com o investimento em empresas", disse. "Quando isso acontecer nossa ação deverá cair, já que essa é uma admissão que o crescimento terá estagnado.”
Enquanto isso, recomendou Buffett, quem quiser incrementar o caixa deve simplesmente vender algumas de suas ações ao invés de esperar por uma política consistente de distribuição de dividendos por parte da Berkshire.

Sobre filantropia e crianças ricas
Conhecido pelas generosas doações à Fundação Bill e Melinda Gates e por encabeçar a lista dos ricaços dispostos a se desfazer de parte dos bilhões em vida, Warren Buffett sempre defendeu publicamente que os filhos de pessoas muito ricas não deveriam ter acesso irrestrito ao dinheiro.
No encontro anual da Berkeshire, ele bateu na tecla mais uma vez. Segundo Buffett, ser criado com tanta riqueza pode roubar os estímulos de uma criança. E se o rebento se torna improdutivo, a culpa deve recair sobre os pais. “Caso suas crianças crescerem ricas e sem nenhum incentivo, eu não acho que você deveria apontar o dedo para elas, mas para si mesmo.” 
fonte:portalexame
Oliveiralimainvest10

segunda-feira, 25 de abril de 2011

ANÁLISE FUNDAMENTALISTA

Análise Fundamentalista na prática de grandes investidores...

Como funciona a análise fundamentalista de ações

Entenda como os investidores analisam balanços e fazem contas para avaliar se determinada empresa está ou não barata

O megainvestidor Warren Buffett é o mais célebre exemplo de sucesso entre os adeptos da análise fundamentalista


Warren Buffett/ USA

Nem todo mundo que investe por conta própria na bolsa é especialista em economia, negócios e finanças. Por isso mesmo, os relatórios de analistas de mercado acabam se tornando essenciais para ajudar na hora de escolher os melhores papéis e as empresas mais sólidas. Quem busca investimentos com boa rentabilidade no longo prazo - como forma de poupança ou mesmo de formação de uma previdência complementar - provavelmente vai se identificar mais com a análise fundamentalista, escola mais tradicional dos estudos de mercado. É claro que nem todo mundo será capaz de se transformar em um Warren Buffet, grande entusiasta dessa complexa vertente de análise. Mas vale a pena compreender alguns dos conceitos que a norteiam.
A análise fundamentalista busca, basicamente, avaliar a saúde financeira das empresas, projetar seus resultados futuros e determinar o preço justo para as suas ações. Para isso, os analistas levam em consideração os chamados fundamentos da empresa, isto é, todos os fatores macro e microeconômicos que influenciam no seu desempenho. A partir de uma minuciosa análise de todos eles, é possível projetar os resultados da companhia no longo prazo, em geral num período de cinco a dez anos. "A análise fundamentalista é uma foto do momento da empresa, que permite aos analistas projetar o futuro", resume Samy Dana, professor de finanças da FGV-SP.
Por buscar entender todos os fatores que influenciam o desempenho dos negócios de uma companhia, a análise fundamentalista encara o investimento em ações de uma maneira especial: o investidor se torna sócio da empresa. Uma boa análise leva em conta tanto fatores macro quanto microeconômicos. "Nós sabemos que as empresas não dependem só delas mesmas. Em um momento de crise, por exemplo, mesmo aquelas que tomam atitudes acertadas podem ter problemas", explica Dana.
Assim, de um lado, o analista avalia fatores como inflação, taxas de juros, câmbio, Produto Interno Bruto (PIB), finanças públicas e decisões governamentais; de outro, olha para as características do setor em que a empresa atua, seus concorrentes e para os resultados da empresa, como balanços, dividendos, lucro, governança corporativa etc. A análise da empresa leva em conta, portanto, tanto o lado quantitativo - seus números - quanto o qualitativo - seus controladores, executivos, a composição do conselho administrativo e assim por diante. "Damos cada vez mais ênfase ao lado qualitativo, pois muitas vezes é o motivo de as ações da empresa serem baratas", alerta Rafael Rodrigues, diretor de renda variável da gestora de recursos Rio Bravo.
Mas como todos esses fatores impactam no preço das ações e nas perspectivas de rentabilidade dos investimentos? É relativamente simples. Esses dados ajudam os analistas a determinar o "preço justo" das ações e, com isso, identificar se elas estão super ou subavaliadas pelo mercado. Embora as informações usadas como base pelos fundamentalistas sejam todas públicas, análises profundas levam não só à identificação de bons negócios para seus acionistas, como também à descoberta do que o mercado não está precificando.
Por exemplo, uma empresa com saúde financeira impecável pode estar subavaliada devido a problemas de governança de conhecimento dos grandes investidores, ou simplesmente por causa de eventos atípicos que não se refletem nos balanços, mas que serão passageiros. Cabe ao bom analista saber diferenciar. A avaliação do "preço justo" da ação também permite identificar investimentos relativamente mais seguros. "Busca-se uma discrepância entre o valor intrínseco da companhia e seu preço de mercado. Quanto maior essa diferença, maior a margem de segurança do investimento", explica Rafael Rodrigues.
A análise fundamentalista também fornece alguns indicadores que permitem ao investidor avaliar quanto valem suas ações, quanto elas podem gerar em dividendos, em quanto tempo ele pode recuperar o que investiu e assim por diante. É interessante conhecê-los para poder mensurar, na prática, os resultados de seu investimento. Os dados para calcular esses indicadores provêm dos demonstrativos financeiros das empresas, que também fornecem alguns conceitos que os investidores devem conhecer, como lucro operacional, ativo, passivo, patrimônio líquido, receita bruta e assim por diante.
Análise das demonstrações financeiras
Enraizada na tradição contábil, a análise fundamentalista no Brasil tem como um de seus pontos de partida a análise das demonstrações financeiras das empresas, também conhecida como análise de balanços. As principais demonstrações financeiras são o Balanço Patrimonial (BP) e a Demonstração do Resultado do Exercício (DRE).
Balanço Patrimonial (BP): reflete a posição financeira da empresa em determinado momento, em geral no fim do ano ou de um período prefixado. É formado por ativo (propriedade mensurável monetariamente), passivo (dívidas com terceiros) e patrimônio líquido (PL). O patrimônio líquido evidencia a riqueza da empresa, uma vez que é formado pelo capital investido pelos proprietários, acrescido do lucro retido, isto é, o lucro que não é distribuído pelos acionistas. Assim, a equação simplificada é ATIVO - PASSIVO = PATRIMÔNIO LÍQUIDO. E a leitura do balanço é feita da seguinte forma:

Balanço Patrimonial
Ativo
Bens (máquinas, terrenos, estoques, dinheiro, ferramentas, veículos, instalações etc.) + direitos (contas a receber, duplicatas a receber, títulos a receber, ações, depósitos em contas bancárias, títulos de crédito etc.).
Divide-se em:
- Circulante: contas que já são dinheiro (caixa, bancos etc.) + contas que se converterão em dinheiro rapidamente (títulos a receber, estoques etc.). É o ativo mais líquido.
- Realizável a Longo Prazo: contas que se transformarão em dinheiro mais lentamente (valores a receber no longo prazo). Menor grau de liquidez.
- Permanente: itens que dificilmente se tornarão dinheiro porque normalmente não são vendidos, mas que são usados para as atividades operacionais da empresa (prédios, máquinas etc.). Praticamente nenhuma liquidez.
Passivo
Contas a pagar, fornecedores de matéria-prima (a prazo), impostos a pagar, financiamentos, empréstimos etc.
Divide-se em:
- Circulante: contas pagas mais rapidamente (salários, impostos etc.).
- Exigível a Longo Prazo: contas pagas num prazo mais longo (financiamentos etc.).
Patrimônio Líquido (PL) (capital próprio)
Capital (injetado pelos proprietários) + Lucro reinvestido (resultante da atividade da empresa)
O PL seria, grosso modo, o equivalente, no lado do passivo, ao “Permanente” no lado do ativo. São as obrigações com os proprietários, que, evidentemente, não são exigíveis.


Demonstração do Resultado em Exercício (DRE): é o demonstrativo apurado ao final do exercício, em geral de um ano, que mostra se a empresa teve lucro ou prejuízo. Não acumula de um exercício para o outro. A fórmula é simples: receita - despesa = resultado (lucro). Porém, existem vários "tipos" de lucros. Esses valores são obtidos à medida que são subtraídas determinadas espécies de despesas. Deste jeito:

Demonstração do Resultado em Exercício (DRE)
Receita bruta
resultado das vendas ou prestações de serviços incluindo impostos e sem excluir possíveis devoluções ou descontos nos preços das mercadorias e serviços
(-) Deduções
impostos sobre vendas, devoluções e descontos comerciais
(=) Receita líquida
receita real da empresa, base de cálculo para o Lucro Bruto
(-) Custo das vendas
custo da mercadoria ou serviço
(=) Lucro bruto
(-) Despesas Operacionais
necessárias para administrar a empresa, vender os produtos ou prestar os serviços e financiar as operações
(=) Lucro operacional
resultante apenas da atividade operacional da empresa
(-) Despesas não operacionais
(+) Receitas não operacionais
receitas e despesas resultantes de outras atividades que não a atividade operacional da empresa, como venda de ativos imobilizados, correção monetária etc.
(=) Lucro antes do imposto de renda (LAIR)
(-) Provisão para o Imposto de Renda (IR)
(=) Lucro depois do imposto de renda
(-) Participações
de debêntures, empregados e administradores, partes beneficiárias, contribuições para instituições ou fundos de assistência ou previdência de empregados
(=) Lucro líquido
sobra líquida à disposição dos acionistas


Os analistas também costumam estudar a Demonstração de Origens e Aplicação dos Recursos (DOAR), a Demonstração de Lucros e Prejuízos Acumulados e a Demonstração de Mutações do Patrimônio Líquido. A primeira explica a variação do Capital Circulante Líquido da empresa, isto é, o fluxo de caixa. Esse demonstrativo ajuda o analista a entender como e por que a Posição Financeira mudou de um exercício para outro. O segundo apura o destino do Lucro Líquido, somando-o ao Lucro Acumulado (cujo destino ainda não foi definido) e definindo o saldo efetivamente disponível aos proprietários da empresa. Já o terceiro mostra todo acréscimo e diminuição do PL, assim como a formação de reservas, inclusive aquelas não originadas pelo lucro.
Os principais múltiplos
De posse das informações dos demonstrativos financeiros, os analistas podem verificar a saúde financeira de uma empresa, por exemplo, comparando os demonstrativos de um ano para outro, para ver a evolução das contas, ou comparando demonstrativos de empresas diferentes de um mesmo setor, para verificar qual delas teve um melhor desempenho naquele exercício. Aliás, a análise sempre é mais confiável quando se considera também os concorrentes da empresa analisada e o seu desempenho ao longo dos anos.
A partir dos dados dos balanços, é possível também calcular uma série de índices e múltiplos. É importante ressaltar que isoladamente nenhum desses indicadores é suficiente para avaliar se os papéis de uma empresa são "bons" para se investir ou não. É preciso, portanto, considerar o conjunto de dados para tentar traçar um cenário, comparar indicadores de diferentes empresas de um mesmo setor e a variação deles de um ano para outro.
Conheça alguns dos principais índices e múltiplos da análise fundamentalista:
Ebitda (na sigla em inglês, Lucro antes de impostos, juros, depreciação e amortização): o Ebitda representa o Lucro Operacional, acrescido de depreciação e amortização inclusas no custo dos produtos vendidos e nas despesas operacionais. Ele é expresso em percentual do faturamento, ou seja, quanto de lucro restou de cada real gerado pela atividade operacional da empresa. Vale lembrar que para bancos não é possível calcular o Ebitda.
Esse indicador é considerado eficiente porque mostra o real potencial de geração de caixa de uma empresa, uma vez que indica quanto dinheiro é efetivamente gerado por sua atividade principal. Seu mérito é desconsiderar a dedução das despesas financeiras, de depreciação e de impostos. Isso porque, na hora de contabilizar essas deduções, é possível ser bastante flexível, o que não torna o Lucro Líquido o indicador mais consistente. Quando se compara empresas de países diferentes, então, o Ebitda se torna uma ferramenta ainda mais importante.
Considera-se que esse indicador pode medir com precisão a produtividade e a eficiência do negócio. No entanto, o Ebitda não considera o montante de reinvestimento requerido pela depreciação. Em outras palavras, não considera se a empresa reserva uma parte de sua receita para reinvestir, por exemplo, na renovação de suas máquinas e equipamentos que, com o tempo, certamente sofrerão desgaste. "Além disso, não mostra se a empresa está muito endividada, por exemplo. Ela pode estar em situação delicada", acrescenta Paulo Esteves, analista da corretora Gradual.
Valor de empresa sobre Ebitda (VE / Ebitda): relaciona o valor de empresa com sua capacidade de geração de caixa, aferida pelo Ebitda. O valor de empresa equivale ao valor de mercado acrescido de sua dívida líquida, ou seja, o valor pertencente aos acionistas e aquele pertencente aos credores. O valor de mercado, por sua vez, é expresso pela cotação da ação multiplicada pela quantidade total de ações.
Margem Bruta: relaciona Lucro Bruto com as vendas em um determinado exercício. Demonstra quanto, de cada real vendido, permaneceu na empresa na forma de Lucro Bruto.
Margem Bruta = Lucro Bruto / Vendas Líquidas
Se o resultado for, por exemplo, 0,06, significa que, de cada real vendido ou de serviço prestado, 6 centavos sobram de lucro para a empresa. Pode-se fazer o mesmo cálculo utilizando-se, em vez do Lucro Bruto, o Lucro Operacional e o Lucro Líquido, obtendo-se, respectivamente, a Margem Operacional e a Margem Líquida.
Valor Patrimonial da Ação (VPA): representa o valor intrínseco da ação.
VPA = Patrimônio Líquido / Quantidade de Ações
Se as ações são negociadas acima de seu VPA, significa que o mercado tem boas expectativas em relação à empresa e, por isso, os investidores aceitam pagar mais do que a ação teoricamente valeria. Do contrário, significa que o mercado tem expectativas negativas em relação à empresa ou a seu setor. No entanto, o investidor não deve se enganar: ações negociadas a cotações muito acima de seu VPA podem indicar euforia. Quando isso acontece, pode ser que a empresa não consiga entregar os resultados esperados. No caso de uma crise, o choque no preço dessas ações é especialmente desastroso para o investidor.
Preço por Valor Patrimonial da Ação (P/VPA): indica a relação entre o preço da ação (sua cotação no mercado) e seu valor patrimonial.
Fórmula: Preço da ação / VPA
Se o resultado for acima de 1, significa que a ação está sobreavaliada pelo mercado. Abaixo de 1, indica que está subavaliada.
Rentabilidade sobre Patrimônio (RPL): representa a taxa de retorno do acionista, medindo a capacidade da empresa de gerar lucro a partir de seu patrimônio, ou seja, do capital investido.
RPL = Lucro Líquido / Patrimônio Líquido
Quanto maior for esse indicador, melhor. Ao aumentar de ano em ano, esse múltiplo mostra que a performance da empresa foi melhor (pois mostra que o mesmo capital gerou mais lucro).
Preço / Lucro (P/L): é um dos múltiplos mais importantes da análise fundamentalista. Indica ao acionista o tempo de retorno do seu investimento, isto é, o número de anos necessários para que o investidor lucre a partir de sua aplicação.
Fórmula: Preço da ação / Lucro por ação
O Lucro por ação é obtido dividindo-se o Lucro Líquido pela quantidade de ações. Esse múltiplo é um bom indicador de "preço" da ação, pois, simplificadamente, quanto menor o P/L, menor o preço. Não se deve, no entanto, comprar uma ação só porque seu preço está "baixo". Quando se compara papéis de empresas de um mesmo setor, por exemplo, um P/L mais elevado em relação a uma das companhias indica o otimismo do mercado em relação ao seu desempenho.
É bom verificar, no entanto, se houve alguma anormalidade no lucro do último ano, bem como a expectativa de lucro para o próximo exercício, a fim de definir se a relação entre os dois indicadores - preço e lucro - vai se manter ou não.
Taxa de retorno (TR): é o inverso do P/L. Assim, a TR mostra, percentualmente, o quanto se obtém em um ano.
TR = (L/P) x 100
Ou seja, se o P/L de uma empresa é de quatro anos, isso significa que o investimento só será inteiramente recuperado em quatro anos e que, a partir daí, teoricamente, o acionista começa a lucrar. Essa mesma empresa terá uma TR de 25%, o que indica que, em um ano, o acionista recupera 25% de seu investimento.
Dividend Yield (DY): indica o quanto a empresa distribui de dividendos a seus acionistas, em percentual sobre o valor de mercado da ação.
DY = (Valor total dos Dividendos / Cotação da Ação) x 100
Ou seja, se uma ação vale 100 reais e a empresa distribuiu, no último exercício, 8 reais em dividendos, o valor do DY será de 8%. Vale lembrar que empresas que mantêm um elevado DY possuem papéis de menor volatilidade, já que a maior parte dos retornos ao acionista vem na forma de dividendos e não pelo aumento no valor da ação. DYs elevados são mais característicos, portanto, de empresas em estágio mais maduro de negócios, que não investem pesadamente em expansões no médio prazo.
Outros indicadores importantes
Além dos índices de rentabilidade (Margem Bruta, Ebitda, Taxas de Retorno), os analistas fundamentalistas costumam usar outros indicadores para mensurar a saúde financeira das empresas. Conheça os outros três grupos de índices:
Índices de Liquidez: usados para avaliar a capacidade de pagamento da empresa, ou seja, se a companhia terá como saldar seus compromissos. O principal índice é o de Liquidez Corrente, que mede a capacidade de pagamento de dívidas de curto prazo. Ele é calculado dividindo-se o Ativo Circulante pelo Passivo Circulante. Em geral, se estiver acima de 1 significa que a empresa tem dinheiro em caixa para saldar suas dívidas. É claro que isso depende da capacidade de os recebíveis se converterem realmente em dinheiro antes da quitação das dívidas. E também do ramo da empresa: uma companhia de transporte público não vende a prazo, não possuindo, portanto, recebíveis. Nesse caso, um índice ligeiramente menor que 1 pode não ser problemático.
Índices de Endividamento: permitem avaliar o nível de endividamento da empresa, sua capacidade de gerar caixa para pagar suas dívidas e para garantir o crescimento sustentado de suas atividades. É possível medir a percentagem de capital de terceiros no capital total (que idealmente não deve exceder muito a metade), o quanto de capital próprio existe em relação ao capital de terceiros (que, em geral, deve ser, no mínimo, de 1 para 1) e o percentual de dívidas de curto prazo no total do endividamento (que, se for muito elevado, pode comprometer o caixa da empresa).
Índices de Atividade: usados para medir a rapidez com que a empresa recebe pelas vendas para pagar suas compras e renovar seu estoque. Nesse grupo se inclui o Giro de Caixa, que mede a rapidez com que o dinheiro recebido pelas vendas ou serviços prestados é usado para financiar as atividades da empresa. Um giro de caixa alto e uma liquidez corrente baixa mostram que o dinheiro que entra é logo desembolsado.
Julia Wiltgen,  exame
Oliveiralimainvest10

domingo, 17 de abril de 2011

WARREN BUFFETT, TERCEIRO HOMEM MAIS RICO DO MUNDO. DOC FANTÁSTICO

WARREN BUFFETT TERCEIRO HOMEM MAIS RICO DO MUNDO. UM DOCUMENTARIO EXIBIDO NO FANTÁSTICO REDE GLOBO.
Oliveiralimainvest10

Empresa Excepcionlal e Extraordinária Como Unir As Duas em Uma Só.


Empresa excepcional, lucratividade extraordinária Como unir as duas em uma só!

A maioria das companhias de capital aberto disponibiliza seus relatórios financeiros ao fim de cada trimestre e um anual. Com base neles, é possível avaliar qual é a real situação da empresa e se ela possui solidez. Ou seja, é por meio dessas demonstrações que se pode encontrar a fonte que irá minar os ganhos enquanto a ação estiver em posse. 

Warren Buffett/ EUA
E foi analisando os balanços das empresas que Warren Buffett conseguiu receber o título de um dos homens mais ricos do mundo. Não por acaso, pois as estratégias de investimento dele sempre se fundamentaram em ver oportunidades fantásticas de obter grande lucratividade onde os outros não veem e a chamada miopia mercadológica. Para Buffett, se a companhia tem de enfrentar diversos concorrentes e ainda lutar com eles pela disputa do preço baixo, então ela não possui uma boa receita, pois seus gastos com propagandas, reformulação do produto e depreciação, por exemplo, tendem a ser elevados. Empresas excepcionais conseguem manter seus preços altos porque o produto que oferecem é indispensável e sua marca, valorizada. Ela está na mente do cliente, que paga mais caro sim para ter algo que conhece, e reconhece, diante de outros modelos do mesmo negócio. 

 Na visão de Buffett, enquanto a manada segue em disparada para comprar companhias cujos números saltam aos olhos, o investidor inteligente e bem preparado deve avaliar a porcentagem de lucro que elas rendem às suas ações. Isso porque nem sempre números elevados equivalem a retornos ao investidor também altos, ainda mais se esses números estiverem comprometidos com despesas operacionais e impostos, por exemplo.  

É aqui que entra uma regra de ouro de Buffett: avaliar, além da consistência da empresa, como são, ou estão, os valores de ativos (lucro) e passivos (despesa) dela. Nesse caso, um pensamento lógico ilustra bem o conceito de Buffett: menos gastos com despesas operacionais e com impostos é igual a mais lucratividade da empresa, o que acaba sendo demonstrado no lucro líquido dela. Isso equivale a dizer que, quanto menos a empresa gasta com dívidas e manutenção de produtos, mais ela arrecada e, consequentemente, pode distribuir um valor maior aos acionistas.


Baseada nas ideias desse modelo de investidor bem-sucedido, Warren Buffett e a análise de balanços esmiúçam os dados que podem ser encontrados nos balanços das companhias e demonstra como detectar empresas excepcionais com vantagens competitivas duráveis, em vez de cair no engano de adquirir companhias medíocres. 

E é para não errar que um dos homens mais ricos do mundo faz questão de possuir um olhar distante. Distante mesmo, pois é a visão a longo prazo de Buffett o conceito decisivo da avaliação de empresas excepcionais. Com os relatórios das companhias em mãos, ele compara-as e define a que lhe renderá melhores lucros. Para ele, apostando nas análises de receitas e tendo em vista o longo prazo, as chances de ter prejuízo com o investimento são imensamente menores que aplicar em mil e uma empresas e não saber para onde seu dinheiro foi parar no fim das contas. 

E, falando em ganhos, Buffett atenta para o fato de que o investidor precisa manter esse pensamento e a estratégia em longo prazo sempre, pois isso garante que ele não tenha de pagar determinadas taxas enquanto detiver as ações em carteira. Isso já não acontece quando existem operações em curto prazo, que geralmente têm um alto fluxo de compra e venda e nas quais se vão quantidades de dinheiro para pagamento de impostos que poderiam fazer parte do seu capital em carteira. 

Com toda a simplicidade e dinamismo, Marry Buffett e David Clark, autores do livro e autointitulados “buffettologistas”, termo utilizado para caracterizar os seguidores e disseminadores assíduos das estratégias e ensinamentos de Buffett, colocam na obra esse aspecto tão essencial e decisivo no trato ao mercado, a análise de balanços. E, o melhor, tudo baseado no ponto de vista de quem realmente vive essa experiência e sabe como se conduzir rumo ao sucesso. Ações ordinárias e preferenciais (ON e PN), coeficiente de liquidez, custos VGA, dispêndio com ativos, Lajida, nível de rating AAA.  

Todos esses conceitos são apresentados no decorrer do livro e ainda estão no Glossário de Termos Selecionados, um material anexo feito especialmente para quem não quer deixar de conhecer a técnica por trás de tanta simplificação. Além disso, também há um apêndice nessa parte da obra que traz contrastes entre receitas de empresas excepcionais e medíocres – um ótimo modelo para utilizar na comparação das suas opções de companhias.



Se a sua dificuldade está em reconhecer as melhores empresas nas quais investir, autodesenvolva-se como investidor por meio desse livro e siga o conselho de Buffett: “Você deve aprender com a experiência, mas deve também aprender com a experiência dos outros sempre que possível”.  

Ficou interessado em conhecer todos os aspectos da análise de balanços e saber um pouco mais sobre a forma de pensar e agir de um dos homens mais ricos do mundo? Atente-se para o fato de que não são todos que têm esse título – e você pode aprender com quem já esteve na situação de decidir em qual empresa investir seu dinheiro. Ele obteve (e vem obtendo consideravelmente) grandes margens de lucro em suas aplicações. Então, pegue uma carona nos ensinamentos de Warren Buffett e alcance você também o sucesso em seus investimentos.
Livro: Warren Buffett e a análise de balanços
 Autores: Mary Buffett e David Clark .Editora: Sextante





quarta-feira, 13 de abril de 2011

INVESTIDOR INTELIGENTE:LUCRANDO COM AÇÕES! COMPRE E SEGURE!!!


Benjamin Graham.Londres,08 de maio 1894/21 de setembro de 1976.
Influente economista Americano.Investidor Inteligente
Graham é considerado o precursor da estratégia Buy and Hold de investimentos em ações, adotada por seu seguidor Bilionário: Warren Buffett.


O foco desta estratégia é comprar ações de empresas sólidas e com ótimas perpectivas de geração de caixa e mantê-la no portfólio de investimentos por um longo período, objetivando, desta forma, a maximização dos lucros, eliminando custos excessivos de transações e imposto de renda.
Por isso o nome Buy and Hold, ou seja: Compre e Segure!!!
VEJA MAIS...
http://www.thinkfn.com/wikibolsa/Benjamin_Graham

quarta-feira, 30 de março de 2011

As máximas de Warren Buffett








Warren Buffett, Doc. Fantástico
Biográfia em inglês...


Farol  mar
Algumas das principais frases do megainvestidor
"Fiz meu primeiro investimento aos 11 anos. Eu vinha desperdiçando a minha vida até então"
Buffett estreou no mercado com a compra de três papéis, a um valor de 38 dólares cada um, vendeu-os por 40 dólares e, pouco depois, dispararam a 200 dólares cada um.Aexperiência o tornou um investidor paciente
"Uma diversificação ampla só é requerida quando os investidores não entendem o que estão fazendo"
O melhor caminho, segundo Buffett, é apostar em poucas empresas de sucesso
"Você deveria investir como um católico se casa: para o resto da vida"
Buffett também nunca entra em aberturas de capital, por não conhecer o histórico de negociação
"Eu seria um mendigo nas ruas com uma caneca de lata se os mercados fossem eficientes"
Racionalidade do mercado nem sempre funciona. E o bom investidor pode se beneficiar disso
"Você deve investir seu dinheiro numa empresa que até um idiota consiga administrar, porque um dia um idiota o fará"
É nesses gigantes difíceis de derrubar que o bom investidor deve aplicar, na visão de Buffett

Oliveiralimainvest10

As 10 Bandeiras Mais Bonitas A.L.

Livros Sugeridos...

  • ...Boa Leitura!
  • Guia do Mercado de Capitais; Humberto Casagrande,Lucy Sousa e Maria Cecília Rossi. Lazuli Editora
  • Investimentos: Os Segredos de George Soros & Warren Buffett; Mark Tier. Editora Campus
  • Investindo Sem Erro; José Godoy, Luiz Gustavo Medina, Marco Antônio Gazel Junior. Editora Saraiva
  • Mercado de Capitais O que é, como funciona; Editora.CNB

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