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terça-feira, 24 de abril de 2012

PAC, Dilma Anuncia Novos Projetos Para Grandes Cidades e Libera R$ 2,8 Bi Para Combate a Seca Nordeste.


A presidenta Dilma Rousseff anunciou hoje os projetos selecionados pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para transporte nas cidades com mais de 700 mil habitantes.

 Serão R$ 32 bilhões investidos nos próximos anos, sendo R$ 22 bilhões do governo federal destinados aos governos estaduais e prefeituras.

             “O Brasil tem que investir em metrô. Antes, as cidades não tinham condições de fazer isso porque era muito caro. Hoje, os governadores têm enorme dificuldade para construir metrôs com a cidade funcionando. É um duplo desafio”, disse a presidenta.
Oliveiralimainvest10

            Ontem, Dilma se reuniu com os governadores da região Nordeste e disse que serão liberados 2,7 bilhões para combate aos efeitos da seca. As medidas serão: concessão de crédito para pequenos produtores, expansão da rede de água, antecipação dos recursos do programa Água para Todos e recuperação de poços artesianos.

Grandes cidades receberão R$ 32 bi de investimentos em transporte
 

 As cidades contempladas são Belém (PA); Belo Horizonte (MG); Brasília (DF); Campinas (SP); Campo Grande (MS); Curitiba (PR); Fortaleza (CE); Goiânia (GO); Guarulhos (SP); João Pessoa (PB); Maceió (AL); Manaus (AM) ; Natal (RN); Nova Iguaçu (RJ); Porto Alegre (RS); Recife (PE); Rio de Janeiro (RJ); Salvador (BA); São Bernardo do Campo (SP); São Luís (MA); São Paulo (SP) e Teresina (PI).

Grandes cidades receberão R$ 32 bi de investimentos em transporte Metrô...
Os investimentos contemplarão obras como linhas de metrô, veículo leve sobre trilhos (VLT) e corredores exclusivos para ônibus. Antes do anúncio de hoje, o governo já havia investido em mobilidade urbana em Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Salvador, Fortaleza, Recife e Rio de Janeiro.

Dilma libera R$ 2,8 bi para combater seca no Nordeste.

segunda-feira, 5 de março de 2012

Dilma Rosseff Confirmou Na Alemanha a Intenção de Leilão, Telefônia 4G Móvel


A presidenta Dilma Rousseff confirmou a intenção do governo de realizar o leilão para os serviços de telefonia móvel de quarta geração (4G) em maio, contrariando as empresas do setor, que querem mais tempo até a licitação. Dilma está em Hannover, na Alemanha, onde participou hoje da abertura da Feira Internacional de Tecnologia da Informação, Telecomunicações, Software e Serviços (CeBIT), maior evento do setor, que este ano tem o Brasil como país parceiro. 
Angela Merkel/ Alemanha com Dilma Rousseff/ Brasil

“Licitaremos, em maio, as faixas necessárias para a implantação dos telefones móveis de quarta geração. Estaremos operando nestas faixas ainda em 2013 nas 12 cidades-sede da Copa do Mundo de 2014”, disse a presidenta, ao listar medidas do governo para o setor. Dilma também citou a ativação de uma rede de fibra ótica para banda larga de 31 mil quilômetros, que, segundo ela, chegará às capitais dos 27 estados brasileiros.


“Contrataremos, ainda em 2012, a construção de cabos óticos submarinos para ligar o Brasil à América do Norte, à Europa e à África. Essas saídas internacionais serão somadas a um anel ótico sul-americano, cuja implementação foi decidida pelos países que integram a Unasul [União das Nações Sul-Americanas]”, acrescentou.



Ao lado da primeira-ministra Angela Merkel, anfitriã do evento, Dilma disse que o crescimento econômico e a ascensão social no Brasil nos últimos anos aumentaram a importância das tecnologias digitais no país. “O Brasil é, hoje, um país de oportunidades. Um país de oportunidades para os 190 milhões de brasileiros e brasileiras que, graças ao crescimento do emprego e da renda, têm cada vez mais acesso a bens de consumo e serviços, inclusive, sobretudo aos ligados à tecnologia digital.”


A expansão da demanda brasileira por tecnologia, segundo Dilma, levou o Brasil a ser o terceiro maior mercado de computadores pessoais e o quinto maior de telefones celulares em 2011.  Além da inclusão digital, a expansão do setor também representa oportunidades de investimentos para o país, disse a presidenta. “A ampliação e o potencial desse mercado não passaram despercebidos aos nossos parceiros externos. Só no setor de telecomunicações, o investimento estrangeiro direto no Brasil cresceu mais de dez vezes no ano passado, saltando para mais de US$ 6 bilhões”, citou.


Além da visita à CeBIT, Dilma está na Alemanha para um encontro bilateral com Angela Merkel. As duas chefes de Governo deverão conversar sobre a crise financeira que castiga a Europa e assuntos de cooperação técnica entre os dois países, principalmente as parcerias entre universidades. Fonte Agência Brasil

domingo, 2 de outubro de 2011

Dilma tenta destravar acordo de livre comércio com europeus e vai oferecer ajuda para enfrentar crise | Agência Brasil

Dilma tenta destravar acordo de livre comércio com europeus e vai oferecer ajuda para enfrentar crise | Agência Brasil



Brasília – No primeiro dia de reuniões da 5ª Cúpula Brasil-União Europeia, amanhã (3), na Bélgica, a presidenta Dilma Rousseff vai reiterar a preocupação com os impactos da crise econômica internacional. Dilma vai defender a parceria estratégica com o bloco como alternativa para amenizar os prejuízos causados pela crise. Ela também deverá destacar que o Brasil está disposto a colaborar com os europeus no que for necessário. Em outra frente, Dilma vai tentar destravar um acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia, cujas negociações foram suspensas em 2006.


Oliveiralimainvest10

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Presidenta da República, Dilma Rousseff, no Hotel Waldorf Astoria - Nova York/EUA

OliveiraLimaInvest10










       Vídeo da entrevista coletiva concedida pela Presidenta da República, Dilma Rousseff, no Hotel Waldorf Astoria - Nova York/EUA





sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Presidenta do Brasil: Dilma Rousseff. Crise?...Se Vence com Trabalho, Produção e Consumo!

Dilma Rousseff/Presidenta do Brasil




Presidenta do Brasil






Dilma Vana Rousseff (Belo Horizonte, 14 de dezembro de 1947) é uma economista e política brasileira, filiada ao Partido dos Trabalhadores (PT), e a atual presidente da República Federativa do Brasil. Durante o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, assumiu a chefia do Ministério de Minas e Energia, e posteriormente, da Casa Civil. 

Nascida em família de classe média alta, interessou-se pelos ideais socialistas durante a juventude, logo após o Golpe Militar de 1964.


 Iniciando na militância, integrou organizações que defendiam a luta armada contra o regime militar, como o Comando de Libertação Nacional (COLINA) e a Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR-Palmares). 


Passou quase três anos presa entre 1970 e 1972, primeiramente na Operação Bandeirante (Oban), onde teria passado por sessões de tortura, e, posteriormente, no Departamento de Ordem Política e Social (DOPS).


Reconstruiu sua vida no Rio Grande do Sul, onde, junto a Carlos Araújo, seu companheiro por mais de trinta anos, ajudou na fundação do Partido Democrático Trabalhista (PDT) e participou ativamente de diversas campanhas eleitorais.


1985 a 1988, Exerceu o cargo de secretária municipal da Fazenda de Porto Alegre  no governo Alceu Collares. 


1991 a 1993 foi presidente da Fundação de Economia e Estatística e, mais tarde, foi secretária estadual de Minas e Energia.


1999 a 2002, tanto no governo de Alceu Collares como no de Olívio Dutra, no meio do qual se filiou ao Partido dos Trabalhadores (PT) em 2001.


2002, participou da equipe que formulou o plano de governo de Luiz Inácio Lula da Silva para a área energética. Posteriormente, nesse mesmo ano, foi escolhida para ocupar o Ministério de Minas e Energia, onde permaneceu até 2005.


Quando foi nomeada ministra-chefe da Casa Civil, em substituição a José Dirceu, que renunciara ao cargo após o chamado escândalo do mensalão.


2009, foi incluída entre os 100 brasileiros mais influentes do ano, pela revista Época e, em novembro do ano seguinte, a revista Forbes classificou-a como a 16ª pessoa mais poderosa do mundo.


2010, foi escolhida pelo PT para se candidatar à Presidência da República na eleição presidencial, sendo que o resultado de segundo turno, em 31 de outubro, tornou Dilma a primeira mulher a ser eleita para o posto de chefe de Estado e de governo, em toda a história do Brasil.

2011 estava incluida na lista das 100 personalidades mais influentes do planeta pela revista Time e como a terceira mulher mais poderosa do planeta pela Forbes.
Fonte: Wikipédia




Dilma Rousseff, em  Ação para Superar a Crise Internacional, a seguir alguns tópicos...



Saúde

O que não é possível é a tese, no Brasil, de que é possível ter Saúde de qualidade sem mais dinheiro, per capita. Não é. E isso é uma obrigação minha explicar. Sabe por quê? Porque eu não posso fazer demagogia com a população brasileira. Por isso, a discussão tem de ser aberta, todo mundo participar. Também tem de ter esse compromisso legal, não pode desviar dinheiro da Saúde porque é um serviço.

Nós, no Brasil, fizemos a seguinte distinção: a Saúde pública… só a classe média… a da classe média era privada, e o nosso povão ficava com a Saúde pública. Hoje está meio misturado, mas tinha essa norma. Acontece que 40 milhões de brasileiros entraram na classe média. Eles vão exigir, de todo mundo, Saúde de qualidade. E Saúde de qualidade é isso que eu estou dizendo para vocês: precisa de gestão.



Recursos

Não sei se são [necessários] os 40 bilhões de reais da CPMF, porque talvez eu precise disso de uma forma imediata. Mas acho que é necessário recursos para Saúde. Até lá, até chegar, eu vou brigar de manhã, de tarde, de noite, todos os dias da semana, para melhorar a gestão da Saúde no país. É uma função da gente esclarecer a população, e não ter uma atitude em relação à questão da Saúde, que é a seguinte: “resolve tudo com a gestão”. Resolve não, resolve não! Contam-se nos dedos, dedos da mão, países desenvolvidos que conseguiram fazer Saúde universal, gratuita e de qualidade.

Os Estados Unidos passaram dois anos discutindo o problema de Saúde, e vocês comparem os dois. Vocês vão ver o seguinte: o nível de gasto é muito alto e o nível de cobertura é muito baixo. O nosso nível de cobertura é universal, é isso que a Constituição diz. Nós temos de garantir Saúde para quem precisar. A Saúde tem de ser fornecida para quem precisa e tem que ser de qualidade, porque também de nada adianta você falar que ela é universal e dar uma Saúde que não seja de qualidade.



Impostos

Eu queria ver que imposto é, depende muito do que se trata. Eu não posso responder teoricamente. Agora, eu te digo o seguinte: tem um problema na Saúde, eu vou falar qual é o problema. Tem um de gestão. Eu falo nele porque passo todos os dias, os sete dias, pensando nele. Qual é o problema de gestão? Hoje, por exemplo, nós não temos todas as informações para saber quantas vezes o setor usa recursos do SUS [Sistema Único de Saúde], e qual é o nível de reembolso.

Nós não sabemos se uma pessoa faz mais de três tomografias numa mesma semana. Pode não fazer, estou te dizendo o que nós não sabemos, hipoteticamente. Temos problemas de falta de médicos, temos problemas que nós… temos, por exemplo, mamógrafos. Vou te falar de mamógrafos, que foi uma das coisas, foi a primeira que eu implantei.

Temos 1.500 mamógrafos no Brasil, no Sistema Único de Saúde. Eles, teoricamente, seriam suficientes para atender as mulheres e a demanda. Mas tem mamógrafos quebrados, encaixotados, não usados, e usados abaixo da necessidade. Então, tem de melhorar a gestão, tem de torná-la também mais humana. Quantas vezes a pessoa fica parada, esperando, e não é atendida? Quantas vezes uma criança que precisa de atendimento? Enfim, você tem um problema no Brasil, de gestão, sim. Nós temos de melhorar a gestão e transformá-la.


Este país é um país que é o maior deste continente, em termos de economia, em termos de população e em termos de potencial. Ora, este país gasta 42% a menos, per capita, do que a Argentina gasta em Saúde. Este país gasta 27% a menos, per capita, do que o Chile gasta com Saúde. O setor público gasta duas vezes e meia a menos do que o setor privado na área de Saúde. Isso significa uma coisa que todos temos de ter consciência: se você quiser um sistema universal de Saúde, gratuito e de qualidade, nós vamos ter de colocar dinheiro na Saúde e colocar gestão na área de Saúde, as duas coisas.

Crise internacional

É necessário que se discuta porque o problema do mundo não é necessidade de dinheiro. Nos Estados Unidos, você tem o acesso de recursos dentro das empresas. Então as empresas têm recursos para investir, elas não têm é confiança. Por quê? Porque as condições de consumo foram deprimidas. Não se restabeleceu a disposição das pessoas consumirem porque os níveis de endividamento das famílias nos Estados Unidos foram muito altos. Reciclou-se a dívida dos bancos e não se reciclou a dívida das famílias.

Uma economia como a americana, que é muito movida a consumo, quando ocorre um fato desses, ela se deprime. Além do mais, o grande problema é político, é como é que se pretende resolver a crise fiscal decorrente do fato de que os governos foram obrigados a salvar os bancos quando ocorreu, em 2008, a quebra do [banco de investimento] Lehman Brothers e houve uma contaminação, por causa da bolha também, para todo o sistema financeiro internacional.

Os governos transformaram as dívidas privadas dos bancos em endividamento público porque usaram o orçamento público para permitir a reciclagem dessa dívida, o que, na verdade, em parte eles teriam de fazer mesmo porque senão você teria uma catástrofe ainda maior. Agora, há uma objeção política dentro dos Estados Unidos, por exemplo, para maior gasto fiscal, quando, na verdade, se sabe que os Estados Unidos precisam de uma iniciativa fiscal e não apenas monetária.


O quantitative easing [injeção de dinheiro na economia] não faz mais efeito, o juro está lá embaixo. Então, eu não acredito que é só uma questão de recursos. Pode ser, talvez, um aporte que todos os países resolvam fazer para o Fundo Monetário Internacional [FMI], mas eu não acho que o problema é falta de dinheiro. O problema é falta de decisão política para investir.



Crescimento da economia

Vamos fazer um esforço para chegar a 4%, quatro e pouco. Esse trimestre que fechou, nós já vimos que ele foi 0,8%. O terceiro ainda vai ser um pouco baixo e nós contamos com o último trimestre para dar um ressurgimento. Todas as decisões de investimento nas quais o governo federal tem interferência e pode influir no sentido de fazer uma antecipação desses investimentos, viabilizá-los, estão sendo tomadas, não é? Nós, agora, estamos já com quase todos os programas do governo em ritmo de cruzeiro. Ontem em São Paulo nós definimos investimento de R$ 3 bilhões.


Medidas econômicas 

Não posso dizer para vocês nenhuma medida agora. O desaquecimento não é o que assusta, viu? Desaquecimento ou superaquecimento, seja qualquer um dos dois, nós temos de estar sempre alertas. Por quê? Porque nós queremos o Brasil crescendo a taxas que sejam compatíveis com a nossa economia. O que significa isso? Taxas que levem em conta a inflação – tem que crescer a taxas compatíveis – e taxas compatíveis com a necessidade de geração de emprego, de renda. Não temos, no Brasil, nenhum dos princípios que estão regendo as economias desenvolvidas, que é recessão, recessão, recessão. Aqui nós teremos crescimento, crescimento, crescimento.



Royaltes do petróleo 

É necessário um acordo no Brasil sobre essa questão dos royalties. Eu acho que a gente tem dois limites: de um lado, tem de respeitar contratos existentes, porque, quando você faz a licitação dos blocos, você coloca lá alguns, vamos dizer assim, limites que as empresas pagarão de royalties e de participação especial. Então, aumentar isso não é uma questão que está na nossa mão. Agora, é possível repartir. Tem de repartir sem criar consequências graves para ninguém, porque uma pessoa não pode, nem um governo, nem uma empresa.


Nós temos uma forma que pode possibilitar que a repartição se dê sem que ninguém perca e as pessoas que não ganhavam ganhem – as pessoas que eu falo, os governos – que não ganhavam, ganhem. Por quê? Porque são rendas crescentes as do petróleo. Então, tem de ver isso com muita tranquilidade, não é algo que você fala: “Olha, vamos fazer o acordo hoje” ou ”O acordo vai ser amanhã”. O acordo sai à hora em que ele amadurece, à hora em que ele pode sair. Eu espero que saia.

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Oliveiralimainvest10

segunda-feira, 18 de abril de 2011

DILMA NA CHINA, BRASIL TERA JUROS COMPATÍVEIS INTERNACIONAL!

A presidenta Dilma Rousseff afirmou ontem, em entrevista coletiva concedida após jantar oferecido pelo presidente da China, Hu Jintao, em Pequim, que o governo brasileiro está consciente e alerta em relação à questão cambial e que está “tomando as medidas necessárias para que isso não se transforme num problema maior do que já é”. A presidenta admitiu, ainda, que o Brasil opera com taxas de juros mais elevadas que as do resto do mundo, mas que, ao longo de seu governo, irá perseguir uma taxa de juros compatível com as taxas internacionais.
“Eu não estou dizendo que vou derrubar os juros depois de amanhã; estou dizendo que num horizonte de quatro anos é possível sim, perfeitamente. Esse é o grande desafio que o Brasil vai ter que enfrentar pelo menos dessa vez”, frisou.

A presidenta ressaltou, ainda, que manteve durante o encontro com o presidente Hu Jintao a mesma manifestação na questão de direitos humanos que manteve com os Estados Unidos, na ocasião da visita do presidente Barack Obama ao Brasil, e completou: “Todos os países têm problemas de direitos humanos. Nós sempre começamos a falar dos nossos – nós temos problemas de direitos humanos; todos os países têm. Nossa posição sobre direitos humanos nessa questão está expressa na nossa nota conjunta, assim como a posição em relação ao caso recente da nossa nota conjunta com os Estados Unidos”, disse.
Na nota conjunta Brasil e China, mencionada pela presidenta e divulgada hoje mais cedo pelo Ministério das Relações Exteriores, os dois países se comprometeram a fortalecer consultas bilaterais em matéria de direitos humanos, promover o intercâmbio de experiências e boas práticas e avaliar a criação de um mecanismo de cooperação dedicado aos temas sociais.
Vídeo da entrevista -- segunda parte
Segundo o Itamaraty, Brasil e China decidiram intensificar a cooperação na área social, em especial sobre políticas e programas de combate à pobreza e, neste sentido, decidiram criar o grupo de trabalho sobre temas sociais e combate à pobreza. O GT será liderado, do lado brasileiro, pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome e outros órgãos competentes, e, do lado chinês, pelo Gabinete de Políticas de Combate à Pobreza do Conselho de Estado.
Exportações
Durante a entrevista, a presidenta Dilma Rousseff elogiou a disposição do presidente chinês em abrir mais espaço para produtos brasileiros manufaturados e disse também que Hu Jintao tem “uma consciência muito clara da questão relativa à necessidade de o Brasil e a China passarem para uma nova etapa de relacionamento”.
“O presidente Hu Jintao também se mostrou extremamente consciente da importância que tem, para a nossa parceria, [a inserção de] mecanismos mais amplos. Primeiro a questão do valor agregado, de a China abrir espaço para o Brasil no que se refere à valor agregado. E aí uma das coisas que nós temos que comemorar é o fato de que se definiu a ida ao Brasil de uma missão de compra – aquelas missões que você manda aos países para avaliar quais são as oportunidades de importação em setores manufatureiros – e fazer com que de fato o nosso relacionamento tenha maior densidade econômica”.
Segundo a presidenta, a missão, liderada pelo ministro de comércio da China, Chen Deming, chegará ao Brasil em maio de 2011.
A presidente Dilma anunciou também um projeto de investimento na área de tecnologia da informação no Brasil pela Foxconn de US$ 12 bilhões em seis anos. O investimento – firmado durante audiência com o presidente da Foxconn, Terry Gou -- seria para a instalação da produção de telas usadas em equipamentos como celulares de terceira geração e iPads. A Foxconn é o maior fornecedor de produtos da Apple na China.
Dilma Rousseff destacou ainda temas como a pareceria sino-brasileira na geração de energia limpa, a presença, pela primeira vez, dos integrantes do BRICs (Brasil, Rússia, Índia e China) como membros não-permanentes no Conselho de Segurança das Nações Unidas e a expectativa para a reunião do bloco de países, que acontece na amanhã, em Sanya, China.
http://www.dilma.com.br/
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