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sábado, 12 de janeiro de 2019

PETROBRAS NO CAMINHO DO NOVO TEMPO


Petrobras

Petróleo Brasileiro S.A. (Petrobras) é uma empresa de capital aberto (sociedade anônima), cujo acionista majoritário é o Governo do Brasil (União), sendo, portanto, uma empresa estatal de economia mista. Com sede no Rio de Janeiro, opera atualmente em 25 países, no segmento de energia, prioritariamente nas áreas de exploração, produção, refino, comercialização e transporte de petróleo, gás natural e seus derivados. O seu lema atual é "Uma empresa integrada de energia que atua com responsabilidade social e ambiental". É a 28ª maior empresa do mundo por receita.



Principais estatísticas

Índice P/L                        17.99

Proporção P/E  Bloomberg (BEst) 9,6152

Relação Bloomberg (BEst) PEG 0.3575

Ações em circulação 5.6B

Preço para reservar Rácio de 1.1227

Índice de Preço para Vendas 0.9771

Retorno de 1 ano 50.39%

30 dias de volume médio 81.098.730

EPS 1,39

Bloomberg (BEst) EPS Curr Yr2.9020

Dividendo- Último dividendo relatado 0,595

Divulgação de Resultados do Período Final Q1 / 2019: 28/02/2019


 A Origem da Petrobras

A empresa foi instituída em 03 de outubro de 1953 e deixou de monopolizar a indústria petroleira no Brasil em 1997, mas continua a ser uma importante produtora do produto, com uma produção diária de mais de 2 milhões de barris (320 mil metros cúbicos). A multinacional é proprietária de refinarias, petroleiros e é uma grande distribuidora de derivados de petróleo. A Petrobras é líder mundial no desenvolvimento de tecnologia avançada para a exploração petrolífera em águas profundas e ultras profundas.

A Petrobras estava em 2011 no quinto lugar na classificação das maiores petrolíferas de capital aberto do mundo. Em valor de mercado, foi a segunda maior empresa do continente americano e a quarta maior do mundo, no ano de 2010. Em setembro de 2010, passou a ser a segunda maior empresa de energia do mundo, sempre em termos de valor de mercado, segundo dados da Bloomberg e da Agência Brasil.

Em setembro de 2010, a empresa ficou conhecida internacionalmente por efetuar a maior capitalização em capital aberto da história: 72,8 bilhões de dólares (a época 127,4 bilhões de reais), praticamente o dobro do recorde até então, que era da Nippon Telegraph and Telephone (NTT), com 36,8 bilhões de dólares capitalizados em novembro de 1987.

 Em 2014, a Petrobras teve um prejuízo de 21,587 bilhões de reais, o maior desde 1986 e o primeiro da empresa desde 1991. A perda de dinheiro causada pela corrupção entre 2004 e 2012 foi de 6,194 bilhões de reais.[21] Em 2015, a Petrobras registrou um prejuízo de 34,8 bilhões de reais, em decorrência de fatores relacionados a baixas nos campos de petróleo, o preço internacional do barril, a crise referente a Operação Lava Jato, dentre outros. 

Segue  dados relevantes da Petrobras


Sede da empresa
Razão social

Petróleo Brasileiro S.A.
Tipo

Empresa de capital aberto
Slogan

O desafio é a nossa energia.
Cotação

BM&F Bovespa: PETR3, PETR4
NYSE: PBR, PBRA Latibex: XPBR, XPBRA
BCBA: APBR, APBRA.
Atividade

Petróleo; Gás; Energia; Biocombustível.
Gênero

Sociedade de economia mista

Fundação

3 de outubro de 1953 (65 anos)
Fundador(es)

Brasil sob a presidência de Getúlio Vargas, tendo como articulador principal o Presidente da República.
Sede

 Rio de Janeiro,  Rio de Janeiro,  Brasil.
Área(s) Servida(s)

 Mundo
Proprietário(s)

Governo Federal do Brasil
Presidente

Roberto Castello Branco
Empregados

62 703 (2018)
Produtos

Combustíveis
Derivados de Petróleo
GLP


Acionistas

#1. Governo Federal do Brasil.(47,69%)

#2. Pessoa Física e Pessoa Jurídica (15,8%%)

#3. Estrangeiros (36,51%)

Valor de mercado

 R$ 353,9 bilhões (Mai/2018)
Lucro

 R$ -446 milhões (2017)

LAJIR

 R$ 91,595 bilhões (2017)

Faturamento

 R$ 378,852 bilhões (2017)


Roberto Da Cunha Castello Branco
Diretor Executivo

Rafael Salvador GrisoliaCFO / Dir: Relações com Investidores

Websiteoficial


RI

Cotação  Bloomberg





Fonte Bloomberg



Oliveiralimainvest10




sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Plano de investimento da Petrobras já está obsoleto, novos cortes são esperados 2015...


A Petrobras (SA:PETR4), que reduziu em junho em 40 por cento seu plano de investimento de cinco anos, provavelmente vai precisar cortar ainda mais o Plano de Negócios e Gestão, uma vez que o crescente custo da dívida, a queda dos preços do petróleo e o real fraco já tornaram o plano obsoleto, disseram duas fontes da empresa à Reuters nesta quinta-feira.

Investidor Petrobras
A decisão da agência de classificação de risco Standard & Poors de rebaixar o rating de crédito soberano do Brasil para grau especulativo, na quarta-feira, foi seguida nesta quinta-feira por um rebaixamento pela S&P de dois degraus do rating em moeda estrangeira da Petrobras, para “BB ante “BBB-”, colocando a estatal dentro da faixa considerada “junk”“.

As fontes disseram que o rebaixamento vai elevar o custo de refinanciamento da dívida da Petrobras de mais de 130 bilhões de dólares, a maior de qualquer empresa de petróleo no mundo, e reduzir o capital disponível para a perfuração de poços, construção de plataformas e refinarias e para pagar a infraestrutura necessária para aumentar a produção de petróleo e sua receita.

Em nota enviada ao mercado nesta quinta-feira para comentar o rebaixamento, a Petrobras ressaltou que a "financiabilidade" dos projetos de médio prazo já foi alcançada por meio de empréstimos captados este ano com bancos no Brasil e no exterior. A empresa também ressaltou que a ação da S&P "não provocará alterações" nos contratos de financiamento vigentes, já que eles não possuem cláusulas atreladas ao rating.

Aclamado como um retorno à realidade após anos de metas de produção não cumpridas, gastos recordes e um gigante escândalo de corrupção que levou a uma baixa contábil de 17 bilhões de dólares, o plano plurianual 2015-2019 anunciado em junho reduziu a meta de investimento para 130 bilhões de dólares, ante 221 bilhões de dólares para o período 2014-2018.
Ambas as fontes pediram anonimato porque os planos da empresa ainda estão em discussão. As duas fontes também disseram que a venda planejada para este ano de até 25 por cento da BR Distribuidora é praticamente impossível agora.

Quando anunciou o seu plano de investimentos, o presidente-executivo da empresa, Aldemir Bendine, disse que a estatal provavelmente iria começar a revisar seus planos de gastos estratégicos trimestralmente, em vez de anualmente, como vinha sendo feito por mais de uma década.

O plano anunciado em junho foi baseado na expectativa de um preço médio do petróleo Brent de 60 dólares por barril em 2015 e de 70 dólares por barril de 2016 a 2019.
Até agora no ano, o preço médio do Brent está em 57 dólares e os contratos futuros do Brent estão sendo negociado abaixo de 60 dólares até novembro de 2017, um sinal de que poucos investidores e traders esperam um aumento em breve. O preço mais alto de um contrato futuro é para dezembro de 2022, cotado acima de 65 dólares o barril.

O plano da Petrobras também previa um dólar médio em 2015 a 3,1 reais e de 3,26 reais em 2016. Desde então, o dólar já subiu cerca de 20 por cento, sendo cotado nesta quinta-feira a 3,85 reais.

A valorização do dólar aumenta o custo em reais do serviço da dívida, em grande parte atrelada à moeda norte-americana.

A S&P foi a segunda agência de classificação de risco a colocar a dívida da Petrobras em grau especulativo neste ano. Em fevereiro, a Moody's retirou da estatal o grau de investimento.
Muitos fundos de pensão e outros grandes investidores são obrigados a vender papéis de dívida rebaixados para "junk" por duas agências. Isso pode levar a uma queda no preço da dívida existente da Petrobras e limitar o número de investidores autorizados por lei a comprar nova dívida.

A segunda fonte disse que a revisão das premissas e dos investimentos do plano é necessária.
"O momento é de testar corações, é para quem tem coração forte", disse a fonte. "Obviamente que o rebaixamento é preocupante para a Petrobras e para o país como um todo. Fica mais difícil captar recursos, atrair investimentos. Reuters



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  • Guia do Mercado de Capitais; Humberto Casagrande,Lucy Sousa e Maria Cecília Rossi. Lazuli Editora
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  • Mercado de Capitais O que é, como funciona; Editora.CNB

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