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segunda-feira, 26 de novembro de 2012

As ações da Eletrobras já despencaram quase 60% desde que a presidente Dilma Rousseff anunciou seu projeto de redução das tarifas de energia em 20% em média no fim de agosto.


As perdas da ações da Eletrobras neste ano afetaram em muito o seu desempenho de longo prazo. Em cinco anos, tanto ações preferenciais quanto ordinárias acumulam uma queda de 60%, muito em função das recentes perdas. Mas quem conseguiu vender os papéis antes desse recente “desastre” não saiu exatamente ganhando, pois permaneceu no zero a zero por mais de quatro anos.


As ações da Eletrobras já despencaram quase 60% desde que a presidente Dilma Rousseff anunciou seu projeto de redução das tarifas de energia em 20% em média no fim de agosto.  

Por ser empresa estatal que é a Eletrobras já topou renovar suas concessões mediante a redução de tarifas de energia, como quer o governo. Contudo, essa decisão vai lhe custar uma perda de 8,7 bilhões de reais em receitas anuais, além de uma baixa contábil de ativos de aproximadamente 17 bilhões de reais, tornando-a uma empresa deficitária.

 Além disso, a indenização prometida veio abaixo das expectativas de mercado: eram aguardados 30 bilhões de reais, mas o valor de fato pago será de 13,9 bilhões de reais.

http://www.oliveiralimainvest10.blogspot.com
Desde o anúncio dessa indenização no começo de novembro, aliás, o preço das ações entrou em queda livre. Diversos analistas se mostraram pessimistas com o futuro da empresa, mas o mais negativo de todos provavelmente foi o Barclays, que chegou a reduzir o preço-alvo do papel para nada menos que 1 real.

Os impactos negativos para a companhia daqui para frente serão tão duros, que mesmo os indicadores de que a ação está barata afastam a ideia de “oportunidade”. Os papéis da Eletrobras chegaram a ser negociados a 0,1 vezes o seu Valor Patrimonial, o que significa que os investidores acham que a empresa vale consideravelmente menos do que o valor de todo o seu patrimônio reunido.

Na opinião de Alexandre Montes, analista de energia elétrica da Lopes Filho e Associados, o momento não é de comprar ações da Eletrobras, mas quem as possui em carteira não deve vendê-las ainda. “Este parece ser o pior momento possível para vender. Não é improvável que o governo ceda um pouco. O efeito dessas medidas para a Eletrobras é devastador”, diz Montes.

Ele explica que, se o governo não ceder em nada, a Eletrobras terá prejuízo operacional no ano que vem e terá que fazer um ajuste de despesas gigantesco. “Se a empresa ficar deficitária, o governo terá que aportar capital para que ela opere. Será que tudo isso já estava previsto? Esse risco realmente foi calculado?”, questiona.

A esperança, é que, caso uma colher de chá de fato ocorra, as ações tenham tempo de ao menos se recuperar um pouco e minimizar o prejuízo. Nesta sexta-feira, as ações preferenciais (ELET6) e as ordinárias (ELET3) sobem cerca de 4% e 7% respectivamente. O presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, chegou a dizer que o governo nunca deixará a Eletrobras perecer. E o líder do governo no Senado, Eduardo Braga, já sinalizou nesta sexta-feira que o governo pode realmente reeditar a MP 579, que trata das novas regras de concessão para o setor.

Para Montes, a resistência das companhias elétricas à MP 579, pode pressionar o governo a pesar menos a mão nas exigências. 

Empresas como Celesc, Cesp e Transmissão Paulista resistem em aderir às medidas, e a Cemig já até ameaçou ir para a Justiça. A reação é muito forte”, observa.

Montes completa dizendo que nunca recomendou compra de Eletrobras, mas que se fosse acionista, esperaria. Se não houver essa reversão e as coisas caminharem como o previsto, o jeito seria realizar o prejuízo, diz ele Exame.com.br

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Etanol no Brasil, Etapas de Produção do Álcool...


Produzindo etanol no Brasil
Energias renováveis. Veja as etapas de produção do etanol. No III episódio de Etanol sem Fronteiras, Petrobras Brasil. A trilha da  cana de açúcar, acompanhe as  etapas de produção do etanol. Neste episódio de Etanol sem Fronteira, Petrobras Brasil. Uma dupla foi à Usina de Tanabi, da Guarani, que faz parte do Grupo Tereos Internacional, parceiro da Petrobras desde 2010. Assista ao vídeo e entenda o processo, da pesagem ao carregamento, da cana de açúcar. Energias renováveis
Oliveiralimainvest10






















quarta-feira, 2 de maio de 2012

Copel Energia. Apresentação dos Resultados


Copel energia.

Copel - Companhia Paranaense de Energia. Listada BM&FBOVESPA com Código do Ativo: CPLE3 E CPLE6.  Relação com os Investidores  Copel/RI

 Uma das maiores empresa do Estado do Paraná, foi criada em 26 de outubro de 1954, com controle acionário do Estado do Paraná, abriu seu capital ao mercado de ações em abril de 1994 (BM&FBOVESPA) e tornou-se julho de 1997 a primeira do setor elétrico brasileiro listado na Bolsa de Valores de Nova Iorque. Sua marca também está presente, desde junho de 2002, na Comunidade Econômica Europeia, com seu ingresso na Latibex – o braço latino-americano da Bolsa de Valores de Madri. A partir do dia 7 de maio de 2008, as ações da Copel passaram a integrar oficialmente o Nível 01 (um) de Governança Corporativa da Bolsa de Valores Mercadorias e Futuros – BM&FBOVESPA.


Estrutura de Propriedade
A Copel é uma sociedade por ações, de capital aberto, constituída sob a forma de sociedade de economia mista, controlada pelo Governo do Estado do Paraná, e destinada, através de suas subsidiárias, a pesquisar, estudar, planejar, construir e explorar a produção, transformação, distribuição, comercialização e o transporte de energia, em qualquer de suas formas, principalmente a elétrica, podendo também participar, em conjunto com empresas públicas ou privadas de consórcios, companhias e empresas cujos objetivos sejam o desenvolvimento de atividades nas áreas de energia, telecomunicações e gás natural.


Oliveiralimainvest10

Em 2005. Inaugurada a Usina Hidrelétrica de Santa Clara, no Rio Jordão. O início da geração comercial do primeiro grupo gerador ocorreu no dia 31 de julho e injetando no sistema elétrico da Copel mais 60 MW.

Em 2008. As usinas de propriedade da Elejor (Santa Clara e Fundão) recebem autorização da ONU e tornam-se as primeiras hidrelétricas no Brasil a poderem comercializar certificados de Créditos de Carbono.
Começam as obras de construção da Usina Hidrelétrica de Mauá, no rio Tibagi.

Em 2011. Em maio, a Copel realiza o lançamento da pedra fundamental da Usina Hidrelétrica Colíder, primeiro de quatro aproveitamentos hidrelétricos previstos no curso do rio Teles Pires, no norte do Mato Grosso. Com previsão de início de geração de energia em janeiro de 2015, a hidrelétrica irá operar com 300 megawatts de potência - o suficiente para atender uma cidade com 850 mil habitantes.



Principais estatísticas para Cia Paranaense de Energia (CPLE6)

VALORIZAÇÃO      
Valor de Mercado (M BRL)            11,725.96
Volume          600.100
Preço / Livro (mrq)  1,0991
Preço / Vendas (ttm)           1,6716
Quociente de ganhos esperados (3 anos esperado)          1,4039
Quociente de ganhos estimados     1,5884
Enterprise Value (M BRL)  12,509.45

EBITDA        1,856.66
Enterprise Value / EBITDA (ttm) 6,74
Enterprise Value / Receita (ttm)   1,61

LUCRO          
Lucro por Ação (BRL) (ttm)           4,2305
Trimestre EPS estimado (BRL) (mrq)        1,0800
EPS ano estimado (R $) (12/2012)   4,0630
P / E Ratio (ttm)      11,2281
Estima P / E (12/2012)         11,6909
Relativa P / E vs IBOV       0,8614
Divulgação dos Resultados Próxima        2012/05/09

DIVIDENDOS        
Dividend Yield Anualizada (BRL)           3,4010
Dividend Yield Indicado Gross      0,6561
Dividendo Última Relatado (BRL) (2012/04/27)            0,6361
Dividend Yield Relativa     0,7638
Crescimento Net 5Y 6,39%

INFORMAÇÕES ADICIONAIS    
Volume médio (5 dias)         506.800
Volume médio (30 dias)       595.977
Ações em Circulação (M)    128,24
Float (M)       100,94
Curta% das ações em circulação    -
De juro de curto       -
Ações vendidas a descoberto (% mês anterior)    -
Relação curta           18,3989
Fonte:Bloomberg



Copel Apresentação dos resultados 2012 Copel. Apresentação Resultados em pdf

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Usina Hidrelétrica Santo Antônio Entra em Operação em Março 2012


Usina Hidrelétrica Santo Antônio
A primeira turbina da Usina Hidrelétrica Santo Antônio, no Rio Madeira (RO), deve entrar em operação até março, segundo a empresa responsável pela obra, a Santo Antônio Energia. A previsão anterior era que a usina começasse a gerar energia na segunda quinzena de dezembro de 2011.

No fim de dezembro, a empresa iniciou os testes de giro mecânico na primeira turbina, que avaliam o desempenho do equipamento. Cada uma das 44 turbinas da usina tem capacidade para gerar energia suficiente para abastecer até 350 mil residências. As demais turbinas devem entrar em funcionamento gradualmente até 2015.


A hidrelétrica terá capacidade instalada de 3,15 mil megawatts e vai custar cerca de R$ 16 bilhões. Com a Usina Hidrelétrica Jirau, a Santo Antônio forma o Complexo Hidrelétrico do Rio Madeira, um dos principais empreendimentos energéticos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). 

Fonte: Agência Brasil


domingo, 11 de dezembro de 2011

Belo Monte, Geração de Energia mais Barata


Estudo mostra que Belo Monte é mais barata e menos poluente das alternativas de geração de energia.

A Usina Hidrelétrica de Belo Monte, que está sendo construída, Rio Xingu (PA) vai trazer menos impactos ambientais do que a utilização de alternativas com energias fósseis e os custos serão menores do que outras fontes renováveis. A conclusão está no estudo Análise Comparativa Belo Monte e Empreendimentos Alternativos: Impactos Ambientais e Competitividade Econômica, elaborado pelo Grupo de Estudos do Setor Elétrico (Gesel) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Na análise, os professores Nivalde José de Castro, André Luis da Silva Leite e Guilherme Dantas avaliam quais seriam as fontes alternativas a Belo Monte para o atendimento da demanda crescente por energia e os impactos ambientais dessas fontes. Segundo eles, caso Belo Monte não viesse a ser construída, seria necessária para implementação de fontes alternativas que suprissem a demanda, que teriam impactos ambientais maiores ou que não teriam consistência suficiente, em termos  seguranças energética para atender ao crescimento da necessidade por energia elétrica projetada para os próximos anos no Brasil.

“Belo Monte é uma obra eficiente, que tem que ser feita. O Brasil precisa de energia e qualquer nova unidade geradora de energia causa impacto ambiental, e temos que analisar o custo-benefício em relação às outras fontes de energia. Nesse estudo fica claro que a hidrelétrica é a que apresenta o melhor custo-benefício em relação às outras fontes”, disse Castro à Agência Brasil.

O Brasil tem um grande potencial de fontes alternativas e renováveis de energia elétrica: eólica, biomassa e solar, mas a prioridade a essas fontes implicaria perda de competitividade da economia brasileira, em função do diferencial de custos maior em relação às hidrelétricas. Também poderia haver problemas de garantia e segurança de suprimento em razão da sazonalidade e  dessas fontes alternativas.

“Desta forma, em um cenário em que não fosse construída a usina de Belo Monte, a construção de usinas termoelétricas seria obrigatória de forma a manter o equilíbrio e segurança entre a carga e a oferta de energia. A questão que se coloca é quais seriam os impactos ambientais das alternativas fósseis e a comparação deles com os impactos ambientais de Belo Monte”, avalia o estudo.

A análise aponta também que os custos de mitigação dos impactos ao meio-ambiente da Usina de Belo Monte são de cerca de R$ 3,3 bilhões, o que é inferior ao custo ambiental que uma térmica a gás natural ocasionaria, que seria de mais de R$ 24 bilhões. “Ou seja, a opção térmica possui um impacto ambiental quase oito vezes maior que o custo de mitigação ambiental de Belo Monte”.

Projeto Belo Monte. Brasil 
Belo Monte é uma das principais obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e deve ser concluída até 2015. Com potência instalada de 11,2 mil megawatts, será a maior hidrelétrica totalmente brasileira (Itaipu, que tem 14 mil megawatts de potência, é binacional) e a terceira maior do mundo.

O Brasil é considerado um dos maiores geradores de energia elétrica do mundo.  Na contra- mão o brasileiro paga a energia  mais cara do planeta.



quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Energia Hidrelétrica Xingu, Belo Monte

Energias Renováveis
 O Brasil tem ao seu favor de ter o privilégio de possuir 1/3 de água doce do planeta. Sabendo usar, jamais faltará.
...Xingu será um modelo de energia hidrelétrica  com  geração fio d´água no Brasil.  O nosso futuro mais iluminado com o uso de energias alternativas como eólica e solar. Com atenção prioritária para as reservas indígenas e aos moradores da localidade por onde passara a ser construindo o complexo Xingu/ Belo Monte.

Belo Monte é um projeto de construção de uma usina hidrelétrica previsto para ser implantado em um trecho de 100 quilômetros no Rio Xingu, no estado brasileiro do Pará. Sua potência instalada será de 11.233 MW, o que fará dela a maior usina hidrelétrica inteiramente brasileira, visto que a Usina Hidrelétrica de Itaipu está localizada na fronteira entre Brasil e Paraguai.


De acordo com o site governamental Agência Brasil, Belo Monte será a única usina hidrelétrica do Rio Xingu. O lago da usina terá uma área de 516 km², mostrada no mapa de localização para o Google Earth. A usina também teria três casas de força, contudo, após revisão do projeto, a casa de força do sítio Bela Vista deixou de constar do projeto. Permanecem as casas de força do sítio Pimental e do sítio Belo Monte.

Tucano da Amazônia

A previsão é que, ao entrar em operação em 2015, a usina será a terceira maior hidrelétrica do mundo, atrás apenas, chinesa 03 Gargantas e da binacional Itaipu, com 11,2 mil MW de potência instalada. Seu custo é estimado hoje em R$ 19 bilhões.

 A energia assegurada pela usina terá a capacidade de abastecimento de uma região de 26 milhões de habitantes, com perfil de consumo elevado como a Região Metropolitana de São Paulo.

Projeto
O projeto prevê a construção de uma barragem principal no Rio Xingu, localizada a 40 km abaixo da cidade de Altamira, no Sítio Pimental, sendo que o Reservatório do Xingu localiza-se no Sítio Bela Vista. A partir deste reservatório, a água será desviada por canais de derivação que formarão o reservatório dos canais, localizado a 50 km de Altamira. De acordo com a última alteração no projeto, os dois canais de derivação previstos foram substituídos por um canal apenas. Desta forma, o reservatório dos canais foi renomeado para reservatório intermediário.

O trecho do Rio Xingu entre o Reservatório do Xingu e a casa de força principal, correspondente a um comprimento de 100 km, terá a vazão reduzida em decorrência do desvio dos canais. Este trecho foi denominado pelo Relatório de Impacto Ambiental como Trecho de Vazão Reduzida. Prevê-se que este trecho deverá ser mantido com um nível mínimo de água, variável ao longo do ano. Este nível mínimo será controlado pelo Hidro grama Ecológico do Trecho de Vazão Reduzida, e tem como finalidade assegurar a navegabilidade do rio e condições satisfatórias para a vida aquática.

Serão construídas duas casas de força, a principal e a complementar. A primeira será construída no Sítio Belo Monte e terá uma potência instalada de 11 mil MW. A complementar será construída junto ao Reservatório do Xingu com potência instalada de 233,1 MW.

A área inundada pertence a terras dos municípios de Vitória do Xingu (248 km2), Brasil Novo (0,5 km2) e Altamira (267 km2).

Energias Não Renováveis
Energias não renováveis: Desde a revolução industrial que, em virtude de um considerável aumento do crescimento urbano e populacional, bem como da preocupação com a maximização da produção e consumo desenfreados e das fontes de energia não renováveis a carvão mineral, petróleo e gás natural, vem aumentando de forma alarmante e contribuindo para a escassez destes recursos no futuro. 
 A natureza não se recicla. Portanto, uma das causa principal e a deterioração dos ecossistemas. Em busca constante das energias alternativas de forma responsáveis e sustentáveis vem crescendo e trazendo novos desafios, com implementos da tecnologia moderna e eficiente que está sendo desenvolvida sem a agressão ao ecossistema natural. Temos o privilégio de termos 1/3 de água doce do planeta. Sabendo usar, jamais faltará. 
Индиос да Амазониа до Брасил
...Xingu será o modelo de energia hidrelétrica é com a geração fio d´água no Brasil. Um futuro mais iluminado com o uso de energias alternativas como eólica e solar. Com atenção prioritária para as reservas indígenas e aos moradores da localidade por onde passara a ser construindo o complexo Xingu/ Belo Monte. 
Brasil Futuro. Maior e Melhor com suas energias Limpas Hidrelétricas, Eólicas, Solares & renováveis.
Oliveiralimainvest10

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Energia Brasil



Itaipu Hidrelétrica Binacional, que deu Certo. Produzindo energia sustentável. Outros países já inspiram o nosso modelo Brasileiro para reaplicar em seus países. Portanto, somos uma nação privilegiada com 12 % de Toda água doce do planeta.  América Latina detém 25% e outros 75 % com o resto do mundo.

Com Produção de 14 mil MWTS de potência. Sendo que 95 % para gerar energia. O Brasil consome 26 % da energia gerada por Itaipu. Produz com respeito ao Meio Ambiente.

Faturamento de US$3,5 Bi.

Expiram as Dívidas e Juros no  ano de 2022.

Jirau, Belo Monte e Santo Antônio. As Super. Hidrelétricas que estão em construções trazem maiores tranquilidades aos desenvolvimentos do Brasil. Haja vista que, menor será à dependência de Itaipu. Com Itaipu o nosso vizinho Paraguai, cresce a passos largos.
Belo Monte imagem Google



Paraguai cresce com taxas de 15,20% PIB. Enquanto o Brasil com modesto crescimento 5,75 % PIB.

Com revisão para abaixo 2011 em 4,5 %.

Valor de mercado de mercado Itaipu US $60 Bi.

Com os espetáculos da Copa do Mundo 2014 no Brasil, os carros de transporte serão todos movidos elétricos e etanol... O Brasil, não tem impacto CO2 na geração de energia elétrica. Sendo que 45% são de fontes renováveis. No Brasil e 100 vezes menor que Estados Unidos e China.  

Na China 41% da energia que consome e gerada a carvão, enquanto energia eólica tem um movimento ascendente. A China até o Ano 2005 era inferior ao Brasil. Ano 2010, igual ao Brasil. Em 2020 Ultrapassa.

O Brasil será 3º em potencial energético, atrás da China e Rússia.


Potencial energético Amazônico explorado apenas com 7 %. Amazônia inteira energética da Biodiversidade brasileira, equilíbrio do mundo e do Brasil. 

Temos que preservar a Amazônia na sua conservação e reservas indígenas.

Brasil. Em movimento ascendente continuara em matriz energética limpa com menos de 1 %, da Amazônia.

Usina Madeira, primeiro projeto, que era melhor.

Jirau, Santo Antônio. Xingu projeto original.

Por um Brasil Maior e Melhor com Energia Limpa!

Brasil Futuro. Maior e Melhor com suas energias Limpas Hidrelétricas, Eólicas, Solares & renováveis.

Postagem do vídeo: Uma Homenagem; Índios Nativos Legítimo da Natureza Amazônica.

Agradecemos!




English
Energy Brazil.
Bi-national Itaipu hydroelectric plant, which worked. Producing sustainable energy. Other countries have already inspired our Brazilian model to reapply in their countries. Therefore, we are a privileged nation with 12% of all freshwater on the planet. Latin America has 25% other 75% with the rest of the world.
With Production of 14 000 MWTS power. And 95% for energy. Brazil consumes 26% of the energy generated by Itaipu. Produces with respect to the Environment.
Revenues of U.S. $ 3.5 Bi. Debt and Interest expire the year 2022.
Jirau, Belo Monte and San Antonio. The Super Hydro that are in buildings will bring more tranquility to the development of Brazil, since the lower the dependence Itaipu.
With our neighboring Paraguay Itaipu, grows apace. Paraguay grows at rates of 15.20% of GDP, while Brazil with modest GDP growth 5.75%. With downward revision to 4.5% in 2011
Market value of $ 60 market Itaipu Bi.
With performances from World Cup 2014 in Brazil, the cars will be powered electric transport and ethanol ... Brazil has no impact on the CO2 generation of electricity.
 Since 45% is from renewable sources.
 In Brazil there are 100 times smaller than the United States and China. In China 41% of its energy and coal-generated, while wind upward movement.
China: Year 2005, China was lower than Brazil.
Year 2010, equal to Brazil  Exceeds 2020.
Brazil will be 3 in potential energy, after China and Russia.
Energy potential explored the Amazon with just 7%. Amazon Biodiversity finteira enerfetica Brazilian balance of the world and Brazil.
Having to preserve the Amazon Conservation and indigenous reserves.
Brazil, continued in clean energy matrix with less than 1% of the Amazon.
Mill Wood first project, which was better.
Jirau, St. Anthony. Xingu original design.
For Brazil a Bigger and Better ... Clean energy!
Indians in Brazil Video ...


 Español
La energía de Brasil.
Binacional hidroeléctrica de Itaipú planta, que trabajó. La producción de energía sostenible. Otros países ya han inspirado el modelo brasileño de volver a aplicar en sus países. Por lo tanto, somos una nación privilegiada con el 12% del agua dulce en el planeta. América Latina tiene el 25% restante 75% con el resto del mundo.
Con una producción de 14 000 MWT poder. Y 95% para la energía. Brasil consume el 26% de la energía generada por Itaipú. Produce en relación con el medio ambiente.
Los ingresos de la Bi EE.UU. $ 3,5.
Deuda y los intereses vencen el año 2022.
Jirau, Belo Monte y San Antonio. El Hydro Super que se encuentran en edificios traerá más tranquilidad para el desarrollo de Brasil, ya que cuanto menor sea el de Itaipú dependencia.
Con nuestros vecinos de Itaipú Paraguay, crece a buen ritmo.
Paraguay crece a tasas del 15,20% del PIB, mientras que Brasil con un modesto crecimiento del PIB del 5,75%. Con revisión a la baja a 4,5% en 2011 
Valor de mercado de $ 60 del mercado de Itaipú Binacional. 
Con las actuaciones de la Copa del Mundo 2014 en Brasil, los coches serán de transporte propulsados ​​por energía eléctrica y etanol ... Brasil no tiene ningún impacto en la generación de CO2 de la electricidad. 
 Dado que el 45% proviene de fuentes renovables.
 En Brasil hay 100 veces más pequeño que los Estados Unidos y China. En China, el 41% de su energía y el carbón genera, mientras que el movimiento del viento hacia arriba.
China: Año 2005, China fue menor que la de Brasil. Año 2010, igual a Brasil supere los 2020.
Brasil será de 3 en la energía potencial, después de China y Rusia.
Potencial energético exploró el Amazonas, con sólo el 7%. Biodiversidad en la Amazonia brasileña finteira enerfetica equilibrio del mundo y Brasil. Necesidad de preservar la Conservación de la Amazonía y las reservas indígenas. Brasil, continuó en la matriz energética limpia, con menos del 1% de la Amazonía.
Molino de madera primer proyecto, que fue mejor. Jirau, de San Antonio. Xingu diseño original. Para Brasil, un grande y mejor ... Energía limpia! Los indios en Brasil video ...


segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Empresas Listadas na Bolsa de Valores Energia Elétrica Brasil


O preferido dos Investidores Conservadores. Uma das  razões são Bons pagamentos em forma de  Dividendos e Juros sobre Capital Próprio.

Energia elétrica

É uma das formas de energia que o homem mais utiliza na atualidade, graças a sua facilidade de transporte, baixo índice de perda energética durante conversões. A energia elétrica é obtida principalmente através de termoelétricas, usinas hidrelétricas, usinas eólicas, Biomassas e usinas termonucleares. Brasil se destaca com as hidrelétricas; Itaipu, Tucuruí e as PCHS.

  A geração de energia elétrica é uma atividade humana básica já que está diretamente relacionada com os requerimentos primários do homem. Todas as formas de utilização das fontes de energia, tanto as convencionais como as denominadas alternativas ou não convencionais, agridem em maior ou menor medida o nosso meio ambiente.

 Em um ciclo termodinâmico se esquenta um fluido e se consegue com que realize um circuito no qual move um motor ou uma turbina. O calor deste processo se obtém mediante a queima de combustíveis fósseis, as reações nucleares ou outros processos, como o calor proveniente do interior da Terra ou o calor do Sol.

Setor altamente regulamentado pela ANEEl. Geração, Transmissão e Comercialização.


AES Tietê. Código do Ativo: GETI3 E GETI4   AES Tietê/RI

Uma das mais eficientes geradoras de energia elétrica do Brasil, a AES Tietê possui um parque de usinas composto por 17 hidrelétricas, tem capacidade instalada de 2.660 megawatts (MW) que representa 2,3% da Capacidade Total Instalada no Brasil e é a 2ª maior companhia privada de geração do país.

As seguintes hidrelétricas fazem parte da AES Tietê: UHE Ibitinga (Ibitinga/SP), UHE Bariri (Boracéia/SP), UHE Caconde (Caconde/SP), UHE Barra Bonita (Barra Bonita/SP), UHE Promissão (Promissão/SP), UHE Limoeiro (Mococa/SP), PCH Mogi-Guaçu (Mogi-Guaçu/SP), UHE Água Vermelha (Ouroeste/SP), UHE Euclides da Cunha (São José do Rio Pardo/SP), UHE Nova Avanhandava (Buritama/SP) e PCH São Joaquim (São João da Boa Vista/SP). O complexo de usinas envolve os rios Tietê, Grande, Pardo, Mogi-Guaçu E Jaguari-Mirim e fica localizado nas regiões central e noroeste do Estado de São Paulo.

A Companhia controla a AES Minas PCH Ltda (“PCH Minas”), uma empresa detentora de 7 Pequenas Centrais Hidrelétricas (“PCH”) no Estado de Minas Gerais, sendo que uma delas está desativada, sob estudo de viabilidade técnica. A capacidade instalada das PCHs operacionais somadas é de 5,4 MW, com garantia física de 4,9 MW médios.

Em 1999, o grupo AES adquiriu a Companhia de Geração de Energia Elétrica Tietê, uma das três empresas criadas no processo de cisão da Companhia Energética de São Paulo – CESP para privatização. A empresa, atualmente denominada AES Tietê, manteve o parque de 10 usinas hidrelétricas e é controlada, desde 2003, Companhia Brasiliana Energia, holding formado pela AES Corp e o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

A AES Tietê tem concessão de 30 anos (2029) e quase a totalidade de sua energia assegurada está contratada por meio de um contrato bilateral de compra e venda de energia elétrica com a AES Eletropaulo, válido até 2015.

Em julho de 2011, a Companhia finalizou a construção da PCH São Joaquim, em São João da Boa Vista (SP), que somará 3 MW à capacidade instalada da AES Tietê e que fica localizada no Rio Jaguari – Mirim. Há ainda outra unidade em construção, a PCH São José, também localizada no Rio Jaguari-Mirim, que terá 04 MW de capacidade instalada e cuja previsão de entrada em operação é até o final de 2011.

Uma das mais eficientes geradoras de energia elétrica do Brasil, a AES Tietê é a 2ª maior companhia privada de geração do país e possui um parque de usinas composto por 17 hidrelétricas com capacidade instalada de 2.660 megawatts (MW), o que representa 2,3% da Capacidade Total Instalada no Brasil. O complexo envolve 9 usinas hidrelétricas e uma Pequena Central Hidrelétrica (PCH), com capacidade instalada de 2.651 MW e garantia física de 1.275 MW médios, localizadas nos rios Tietê, Grande, Pardo e Mogi-Guaçú, nas regiões central e noroeste do Estado de São Paulo. A Companhia controla também a AES Minas PCH Ltda (“PCH Minas”), que detém 7 Pequenas Centrais Hidrelétricas (“PCHs”) no Estado de Minas Gerais, sendo que uma delas está desativada, sob estudo de viabilidade técnica. A capacidade total instalada das PCHs operacionais é de 5,4 MW, com garantia física de 4,9 MW médios.

A Companhia possui um conjunto de vantagens competitivas que lhe permitem continuamente melhorar sua performance operacional e financeira. Essas vantagens consistem principalmente em:

• Forte capacidade de geração de caixa;

• Boas práticas de governança corporativa;

• Adoção de práticas sustentáveis na condução dos negócios;

• Prática de remuneração dos acionistas nos últimos 5 anos: Pagamento trimestral da totalidade do lucro líquido

• Administração Experiente - Os conselheiros e diretores da Companhia possuem vasta experiência nos segmentos de distribuição e geração de energia elétrica, tanto no setor privado como no público.

• Acionistas Importantes e Comprometidos - Os acionistas indiretos da Companhia são a AES Corporation e o BNDES, por meio da BNDESPAR.

 A AES Corporation é uma companhia líder no mercado mundial de energia elétrica que, em 2010, detinha e operava mais de US$40 bilhões em ativos em 28 países, fornecendo aproximadamente 40.500 MW de capacidade de geração e contando com 14 distribuidoras de energia elétrica. 

O BNDES é o maior Banco de Desenvolvimento da América Latina, com mais de R$549 bilhões em ativos no ano de 2010, sendo a principal instituição financeira de execução das políticas de investimento do Governo Federal, auxiliando diretamente ou por meio da BNDESPAR.

Estrutura de Capital Equilibrada – A Companhia possui baixo grau de endividamento.
Sempre visando às contínuas melhorias operacionais, a AES Tietê investe anualmente na manutenção e modernização de suas usinas hidrelétricas, manter a excelência operacional e assegurar disponibilidade de geração de energia acima do exigido pelos órgãos reguladores do setor.

Para os próximos anos, a Companhia pretende investir mais de R$ 500 milhões, entre os anos de 2012 e 2015, na manutenção e modernização de suas unidades geradoras, sempre tendo em vista manter a excelência operacional e assegurar a disponibilidade de seus serviços.




CEMIG. Código do Ativo:  CEMIG3 E CEMIG4  Cemig/RI

A Cemig atua nas áreas de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica e soluções energéticas.
O Grupo Cemig é constituído por 62 empresas e 10 consórcios.
É controlado por holding, com ativos e negócios em vários estados do Brasil. Possui, também, investimentos em distribuição de gás natural, transmissão de dados e está construindo uma linha de transmissão de energia elétrica no Chile.

Na área de distribuição de energia elétrica, a Cemig é responsável por aproximadamente 12% do mercado nacional.
Energia Eólica

Atualmente, a Companhia é um dos maiores grupos empresariais do setor energético brasileiro.
O Grupo Cemig atua em Minas Gerais e em mais 18 estados brasileiros e no Distrito Federal, além do Chile.  
Em 2006, a Empresa adquiriu cerca de 30% da Light, distribuidora de energia que atende à capital Rio de Janeiro e outros municípios fluminenses. Tem, ainda, participação acionária na TBE – Transmissora Brasileira de Energia, que possui e opera linhas de transmissão no Norte e Sul do País.
A Cemig é uma empresa mista de capital aberto, controlado pelo Governo de Minas. As ações da Empresa estão listadas no Bovespa, Nova Iorque e Madri (Latibex). Nos últimos quatro anos, o valor de mercado da Cemig passou de R$ 4 bilhões para R$ 20 bilhões.
A Cemig é responsável pelo atendimento a cerca de 18 milhões de pessoas em 774 municípios de Minas Gerais e pela gestão da maior rede de distribuição de energia elétrica da América do Sul, com mais de 400 mil km de extensão.
   
A Cemig é uma das maiores geradoras do País. O parque gerador da Empresa é formado por mais de 64 usinas hidrelétricas, térmicas e eólicas. 



CESP. Código do Ativo:  CESP3 E CESP6    Cesp/RI


A CESP foi constituída em 1966 pelo Governo do Estado, mediante a fusão de 11 empresas paulistas. Até o fim dos anos 1990, a Companhia era verticalmente integrada, atuando nas atividades de geração, transmissão e distribuição de eletricidade no Estado de São Paulo.

Em julho de 1996, a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo aprovou a Lei Estadual nº 9.361, autorizando a reestruturação societária do setor energético do Estado de São Paulo e a venda da participação detida pelo Governo do Estado nas empresas por ele controladas, incluindo a Companhia. No fim dos anos 90, seus ativos foram reorganizados com o objetivo de atendimento do Programa de Desestatização do Estado de São Paulo.

Os ativos e operações de distribuição foram reunidos em uma única companhia, a Elektro e Serviços S.A. e privatizados. Os ativos de transmissão de energia foram transferidos para empresa CTEEP - Companhia e Transmissão de Energia Paulista sobre o controle do Estado de São Paulo, e seus ativos e operações de geração foram divididos entre três companhias: a própria CESP, e duas companhias de geração de eletricidade, a Companhia de Geração de Energia Elétrica Tietê - atual AES Tietê S.A. e a Companhia de Geração de Energia Elétrica Paranapanema - agora Duke Energy Internacional, Geração Paranapanema, que foram privatizadas.
A CESP – Companhia Energética de São Paulo (“CESP” ou “Companhia”) é a maior companhia de geração de energia do Estado de São Paulo, a quarta maior companhia de geração de energia do Brasil em potência instalada, de acordo com dados publicados pela ANEEL. A Companhia possui seis usinas de geração hidrelétrica com um total de 57 unidades geradoras, que possuem uma capacidade instalada de 7.455 MW e de garantia física de energia de 3.916 MW médios, representando 7% e 8%, respectivamente, da capacidade instalada e energia de garantia física do Brasil.

As usinas hidrelétricas da CESP estão distribuídas em duas bacias hidrográficas, a bacia do Rio Paraná, no oeste do Estado de São Paulo, e a bacia do Rio Paraíba do Sul, no leste do Estado de São Paulo.
Os clientes da CESP são as principais distribuidoras de energia elétrica do país que compram sua energia por meio de contratos de longo prazo, em leilões, no mercado regulado, e os consumidores livres, estes representados pelas comercializadoras e grandes consumidores finais, que adquirem sua energia por meio de contratos bilaterais de médio e longo prazo. A energia assegurada da Companhia está com a maior parte de sua produção contratada até 2012 por preços fixos, mas crescentes em termos reais, que são protegidos contra a inflação. Esses contratos começam a expirar em 2013.

A CESP é comprometida com a transparência na administração da Companhia e na elaboração e divulgação de suas demonstrações financeiras. Na condição de sociedade de economia mista e concessionária de serviços públicos, suas operações são regularmente avaliadas por órgãos de controle estaduais e federais.
Em maio de 2001, houve nova tentativa de privatização, que foi posteriormente suspensa pelo Governo do Estado anteriormente à data proposta para o leilão, 16 de maio de 2001, em função, dentre outros fatores, da incerteza gerada pela iminente crise energética. O Governo do Estado anunciou, então, que a privatização da CESP estava suspensa.

Em 28 de junho de 2006, a companhia conclui a Oferta Pública Primária de ações preferenciais classe B, no valor de R$ 3,2 bilhões, decorrentes da participação do mercado em R$ 2,0 bilhões e do controlador, a Fazenda do Estado de São Paulo, em R$ 1,2 bilhões, conforme o Acordo de Realização de AFAC Subscrição e Integralização de Ações, celebrado em 10 de julho de 2006. Os recursos do controlador originaram-se do Leilão de Privatização da CTEEP, na Bovespa, no qual a empresa colombiana Interconexión Eléctrica S.A. Esp adquiriu 50,1% das ações ordinárias de propriedade do Governo do Estado (equivalente a 21% do capital total da CTEEP).

A terceira e última tentativa de Privatização da companhia ocorreu em 26 de março 2008, ocasião em que o controlador fez publicar no Diário Oficial do Estado de São Paulo comunicado dando conta da não realização do leilão de privatização por não ter havido, por parte dos participantes, depósito das garantias financeiras obrigatórias.


COELCE. Código do Ativo: COCE3 E COCE5 Coelce/RI

Em 1960. Criação da Companhia de Eletricidade do Cariri (Celca) e da Companhia de Eletrificação Centro-Norte do Ceará (Cenort).

Em 1962. Surgem a Companhia Nordeste de Eletrificação de Fortaleza (Conefor) e a Companhia de Eletrificação do Nordeste (Cerne).

Em 1971. É criada a Coelce por meio da Lei Estadual nº. 9.477, de 05/07/1971, com a unificação das quatro empresas distribuidoras de energia elétricas então existentes no Ceará.
Em 1995. A Coelce torna-se uma empresa de capital aberto, passando a negociar suas ações nas principais bolsas de valores brasileiras.

Em 1998. Em leilão público, realizado na Bolsa de Valores do Rio de Janeiro (BVRJ), a companhia é privatizada. O Consórcio Distriluz Energia Elétrica S.A. - formado por Endesa España S.A., Enersis S.A., Chilectra S.A. e Companhia de Eletricidade do Rio de Janeiro (Cerj), atual Ampla - converte-se no operador da empresa. Distriluz Energia Elétrica S.A., Coelce, Aneel e governo do Estado do Ceará assinam o contrato de concessão, válido por 30 anos, por meio do qual a Coelce assume a distribuição de energia elétrica no Ceará.

Em 1999. É concluído o processo de reestruturação societária e Coelce passa a ser controlada pela Investluz S.A., que por sua vez é controlada pela espanhola Endesa.
Código de ética. Em dezembro de 2010, os Conselhos de Administração de todas as companhias da Endesa Brasil aderiram às Normas Éticas da Endesa S.A, como complemento ao processo de unificação de códigos de ética e conduta que estavam em andamento nas empresas de geração e distribuição.

Código de Ética
Expressa os compromissos éticos e responsabilidades no desempenho das atividades do negócio e das operações corporativas desenvolvidas pelos colaboradores da Endesa Brasil.
Plano de Tolerância Zero com a Corrupção “Plena TCC"
Apresenta os compromissos exigidos das partes interessadas da Endesa em cumprimento ao décimo princípio do Pacto Global de combater a corrupção de qualquer forma, incluindo a extorsão e o suborno, mediante a aplicação dos critérios de transparência recomendados pelo Transparency International.



COPEL.  Código do Ativo: CPLE3 E CPLE6.  Copel/RI

História da Copel

A Copel - Companhia Paranaense de Energia, maior empresa do Estado, foi criada em 26 de outubro de 1954, com controle acionário do Estado do Paraná, abriu seu capital ao mercado de ações em abril de 1994 (BM&FBOVESPA) e tornou-se julho de 1997 a primeira do setor elétrico brasileiro listado na Bolsa de Valores de Nova Iorque. Sua marca também está presente, desde junho de 2002, na Comunidade Econômica Europeia, com seu ingresso na Latibex – o braço latino-americano da Bolsa de Valores de Madri. A partir do dia 7 de maio de 2008, as ações da Copel passaram a integrar oficialmente o Nível 01 (um) de Governança Corporativa da Bolsa de Valores Mercadorias e Futuros – BM&FBOVESPA.

Estrutura de Propriedade

A Copel é uma sociedade por ações, de capital aberto, constituída sob a forma de sociedade de economia mista, controlada pelo Governo do Estado do Paraná, e destinada, através de suas subsidiárias, a pesquisar, estudar, planejar, construir e explorar a produção, transformação, distribuição, comercialização e o transporte de energia, em qualquer de suas formas, principalmente a elétrica, podendo também participar, em conjunto com empresas públicas ou privadas de consórcios, companhias e empresas cujos objetivos sejam o desenvolvimento de atividades nas áreas de energia, telecomunicações e gás natural.

Em 2005. Inaugurada a Usina Hidrelétrica de Santa Clara, no Rio Jordão. O início da geração comercial do primeiro grupo gerador ocorreu no dia 31 de julho e injetando no sistema elétrico da Copel mais 60 MW.

Em 2008. As usinas de propriedade da Elejor (Santa Clara e Fundão) recebem autorização da ONU e tornam-se as primeiras hidrelétricas no Brasil a poderem comercializar certificados de Créditos de Carbono.
Começam as obras de construção da Usina Hidrelétrica de Mauá, no rio Tibagi.

Em 2011. Em maio, a Copel realiza o lançamento da pedra fundamental da Usina Hidrelétrica Colíder, primeiro de quatro aproveitamentos hidrelétricos previstos no curso do rio Teles Pires, no norte do Mato Grosso. Com previsão de início de geração de energia em janeiro de 2015, a hidrelétrica irá operar com 300 megawatts de potência - o suficiente para atender uma cidade com 850 mil habitantes.


CETEEP Código do Ativo: TRPL3 E TRPL4 CTEEP/RI

Histórico

A CTEEP é resultado da cisão de ativos da Companhia Energética de São Paulo (CESP), que se deu em fevereiro de 1999, em função do programa de privatização do governo paulista.

Em 2001, para fortalecer e racionalizar o sistema de transmissão de energia elétrica em São Paulo, a empresa, ainda estatal, incorporou a Empresa Paulista de Transmissão de Energia Elétrica (EPTE), resultante da cisão da Eletropaulo, também estatal à época. Com essa operação, a CTEEP se firmou como a principal concessionária de transmissão do estado de São Paulo.

Em 28 de junho de 2006, a empresa foi privatizada em leilão público promovido pelo Governo do Estado de São Paulo na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa).

 Com a aquisição de 50,1% das ações ordinárias (com direito a voto), o Grupo ISA, por meio da ISA Capital do Brasil S.A, tornou-se o novo controlador da CTEEP.

Em 2007, por meio de uma Oferta Pública de Aquisição (OPA), o Grupo ISA passou a deter 89,4% das ações ordinárias e 37,5% do capital total da CTEEP.

 No mesmo ano, a empresa iniciou uma nova fase de transição e reestruturação, para consolidar uma trajetória de crescimento sustentado.

 Em linha com esse posicionamento, a CTEEP participou de um leilão público promovido pela Aneel em novembro de 2007 e saiu vencedora do principal lote de concessão de transmissão, que interligará os estados de Tocantins, Maranhão e Piauí, com 720 quilômetros de linhas e investimentos de R$ 472 milhões.

Em 2008, a Empresa avançou em sua estratégia de crescimento e na consolidação de sua participação no setor elétrico brasileiro ao arrematar sete lotes em dois leilões distintos (em 27/06 e 26/11), promovidos pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Além de ampliar sua atuação para seis estados, as novas concessões permitirão um aumento de R$ 210,6 milhões na RAP da Companhia para os próximos anos.



EDP Energia Código do Ativo: ENBR3  EDP Energia/RI  

Perfil Corporativo

A EDP no Brasil é uma holding que detém investimentos no setor de energia elétrica, consolidando ativos de geração, comercialização e distribuição. Está presente no segmento de geração em seis estados (Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Ceará, Santa Catarina e Rio Grande do Sul) e no segmento de distribuição em dois estados (São Paulo e Espírito Santo).
Controlada pela EDP em Portugal, uma das maiores operadoras europeias no setor energético, a EDP no Brasil abriu seu capital no Novo Mercado da Bolsa de Valores de São Paulo, em julho de 2005, aderindo aos mais elevados padrões de governança corporativa.

Histórico

Em 1996. Chegada ao Brasil
Início das operações do Grupo EDP, com a aquisição de uma participação minoritária na Cerj (hoje Ampla).

Em 1997.  Geração
O Grupo EDP assume 25% da hidrelétrica, Luís Eduardo Magalhães (Lajeado), no Tocantins, realizando assim seu primeiro investimento na área de geração no país.

Em 1998. Aquisição do controle da Bandeirante Energia, em conjunto com a CPFL, no âmbito do processo de desestatização do setor elétrico paulista.

Em 2008. EDP Energias do Brasil e EDP Renováveis criam subsidiárias e acordam 1º investimento eólico no país.
- Grupo EDP firma uma parceria estratégica com a Cemig para implantação de 500 MW em Minas Gerais e Espírito Santo.
- EDP e MPX firmam acordo para expansão da base do projeto da Usina Termelétrica Porto do Pecém, localizada no Estado do Ceará.

- EDP Energias do Brasil conclui troca de ativos com Grupo Rede adicionando 653 MW à sua capacidade instalada, ao assumir 73% do capital votante da Investco, empresa que opera a Usina Hidrelétrica Luiz Eduardo Magalhães (Lajeado), localizada no Rio Tocantins, e, cede ao Grupo Rede à distribuidora Enersul.

- EDP Energias do Brasil foi escolhida como uma das 20 empresas-modelo em responsabilidade corporativa, pelo Guia Exame de Sustentabilidade.

Em 2010. As obras continuam se desenvolvendo na construção da Usina Termelétrica Porto do Pecém I. Ao longo de 2010, o avanço do projeto ocorreu conforme planejado, chegando ao final do ano com um progresso físico de 87,7% do total do projeto. Durante o ano, o investimento correspondente à participação da EDP Energias do Brasil totalizou R$ 504,8 milhões no empreendimento.

- Projeto pioneiro de mobilidade elétrica da EDP no Brasil integra a política de inovação do grupo. Postos de recarga de veículos foram instalados nas cidades de Vitória, Vila Velha, Serra, Guarapari e Cariacica (ES) e em Guarulhos, São José dos Campos e Mogi das Cruzes (SP). Outra iniciativa envolveu a doação de bicicletas elétricas a órgãos de segurança pública.

- A EDP no Brasil comemorou seus cinco anos de abertura de capital em um encontro com investidores e analistas de mercado. No período, a empresa cumpriu as metas de crescimento prometidas no lançamento dos papéis na Bolsa de Valores.

- O Parque Eólico de Tramandaí (RS), projeto conjunto da EDP Energias do Brasil e EDP Renováveis, está em fase final de conclusão com previsão de entrada em operação até o mês de maio de 2011.

- A terceira unidade geradora da UHE Mascarenhas, localizada no Espírito Santo, passa por repotenciação, e entrará em operação comercial em 2011. Outras duas turbinas passarão pelo mesmo processo e serão modernizadas até o final de 2012.

 A potência total da usina passará, assim, para 198 MW.

- Foi inaugurado em outubro o Centro de Operação da Geração (COG) em Serra, no Espírito Santo. Com tecnologia avançada, o COG centraliza o comando e controle das operações de 14 usinas hidrelétricas de médio e pequeno porte da empresa, que juntas somam 199,30 MW de potência instalada.

- Permanência, pelo quinto ano consecutivo, na carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da BM&FBovespa.


Eletrobrás. Código do Ativo:  ELET3 E ELET6   Eletrobras/RI


História

A criação das Centrais Elétricas Brasileiras (Eletrobrás) foi proposta em 1954.

 No governo do presidente Getúlio Vargas. O projeto enfrentou grande oposição e só foi aprovado após sete anos de tramitação no Congresso Nacional.

 A criação da estatal foi autorizada pelo presidente Jânio Quadros em 1961 e concretizada pelo presidente João Goulart em junho de 1962. 

Constituída como empresa holding federal, a Eletrobrás passou a contribuir decisivamente para a expansão da oferta de energia elétrica e o desenvolvimento do país As reformas institucionais e as privatizações na década de 1990 acarretaram a perda de algumas funções da estatal e mudanças no perfil do grupo Eletrobrás.

 Em 2004, a nova regulamentação do setor excluiu a Eletrobrás do Programa Nacional de Desestatização (PND). Atuantes nas diversas regiões do país, as empresas do grupo Eletrobrás somam atualmente 37.900 MW de capacidade instalada, incluindo metade da potência da usina de Itaipu pertencente ao Brasil.

A Eletrobrás (Centrais Elétricas Brasileiras S.A.) é uma empresa de economia mista e capital aberto, controlada pelo governo brasileiro, que atua nas áreas de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica.

 Com ações negociadas nas Bolsas de Valores de São Paulo, Nova Iorque, nos EUA, e de Madri, na Espanha, e foco em rentabilidade, competitividade, integração e sustentabilidade.
Aa companhia controla 12 subsidiárias – Eletrobras Furnas, Eletrobras Chesf, Eletrobras Eletronorte, Eletrobras Eletrosul, Eletrobras Eletronuclear, Eletrobras CGTEE, Eletrobras Amazonas Energia, Eletrobras Boa Vista Energia, Eletrobras Ceal, Eletrobras Cepisa, Eletrobras Ceron e Eletrobras Eletroacre, uma empresa de participações (Eletrobrs Eletropar), um centro de pesquisas (Cepel) e ainda detém 50% de Itaipu Binacional, em nome do governo. Em conjunto, essas instituições formam a Eletrobras.

A capacidade geradora da Eletrobras, incluindo metade da potência de Itaipu pertencente ao governo brasileiro, é de 39.413 MW, o que corresponde a cerca de 38% do total gerado no país.

Essa energia é produzida por 30 usinas hidrelétricas, 15 termelétricas e duas termonucleares, às quais estão se juntando novos empreendimentos, como as usinas hidrelétricas de Jirau (3.300 MW) e Santo Antônio (3.150 MW), no rio Madeira e a termonuclear Angra 3 (1.350 MW).

A Eletrobras tem 59.856 quilômetros de linhas de transmissão, representando cerca de 56% do total das linhas que cortam o Brasil, além de 247 subestações. E estão sendo construídas por empresas do Sistema, sozinhas ou em parceria com a iniciativa privada, mais 24 linhas de transmissão e 21 subestações.

A Eletrobras também vem buscando oportunidades de investimento em energia elétrica, tanto na geração quanto na transmissão, em diversos outros países. Aos 47 anos, a empresa está na carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE Bovespa), que reúne as companhias com ações na Bolsa de Valores de São Paulo com as melhores práticas em cidadania empresarial, e está buscando a listagem no Dow Jones Sustainability Index (DJSI), o índice de sustentabilidade da Bolsa de Nova Iorque.
Biblioteca da Eletrobras. 


AES ELETROPAULO Código Ativo: ELPL3 E ELPL4  Eletropaulo/RI 


A AES Eletropaulo distribui energia elétrica em 24 municípios da Grande São Paulo, incluindo a capital. Nessa área, a empresa atende a mais de 16 milhões de pessoas, concentradas em 6,1 milhões de unidades consumidoras. No principal centro econômico do Brasil, o consumo anual aproximado é de 41 TWh de energia.

A empresa conta com cerca de 4,6 mil funcionários. Entre seus ativos estão 135 estações transformadoras de distribuição (ETD), com capacidade instalada nas subestações de 13,2 (MVA), 43 mil quilômetros de redes de distribuição, sendo 40,1 mil quilômetros de redes aéreas e 2,9 mil quilômetros de redes subterrâneas e uma rede de 1,8 mil quilômetros de linhas de subtransmissão (138/88 kV), com o total de 1,1 milhões de postes.

Histórico

A trajetória da companhia acompanha o desenvolvimento de São Paulo. Em 1899, um grupo de empresários canandeses funda a The São Paulo Railway, Light Power Company Limited. e que no mesmo ano foi autorizada a atuar no Brasil.

Em 1904, o grupo canadense fundou a The Rio de Janeiro Tramway, Light and Power Co. Ltda. A partir de 1923, as empresas passaram a ser controladas pela holding Brazilian Traction Light and Power Co. Ltda. O grupo reestruturou-se em 1956, tendo por base a Brascan Limited.

Em 1979, o governo brasileiro, por meio da Eletrobrás, comprou da Brascan o controle acionário da então Light-Serviços de Eletricidade S.A.

Em 1981, a empresa passou às mãos do governo paulista e mudou seu nome para Eletropaulo - Eletricidade de São Paulo S.A. 

Com o programa de privatização, lançado em 1995, a Eletropaulo foi reestruturada, dando origem a quatro empresas: as distribuidoras Eletropaulo Metropolitana - Eletricidade de São Paulo S.A e EBE - Empresa Bandeirante de Energia S.A; a companhia de transmissão EPTE - Empresa Paulista de Transmissão de Energia Elétrica S.A (atual CTEEP) e a geradora EMAE - Empresa Metropolitana de Águas e Energia S.A.

Com a cisão, coube à Eletropaulo Metropolitana a distribuição de energia elétrica aos 24 municípios da Grande São Paulo. Em 1998, a empresa foi adquirida em leilão de privatização pela Lightgás, com participação de capital entre AES e os grupos Electricité de France (EDF), Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e Reliant Energy. Em 2001, em uma nova composição acionária, passou a ser controlada apenas pela AES Corporation, uma das maiores companhias de energia do mundo.

A partir de 21 de dezembro de 2010, as ações preferências da Companhia passaram a ser negociadas na BM&F Bovespa sob código unificado (ticker) ELPL4. 

Desta forma, deixaram de existir os tickers ELPL5 e ELPL6 na mesma data. Considera-se, portanto, o histórico da ELPL6 como da ação preferencial ELPL4.



LIGHT Código do Ativo: LIGT3 Light/RI

Histórico

Há 100 anos a Light chegou ao Brasil para impulsionar o progresso. Autorizada a funcionar em 17 de Julho de 1899, o empreendimento que assinala o início das atividades do Grupo Light no Brasil é a Usina Hidrelétrica Parnaíba, no Rio Tietê, construída entre 1899 e 1901.

Para atuar na então Capital Federal, foi fundada, em Toronto, no dia 9 de Junho de 1904, a The Rio de Janeiro Tramway, Light and Power Co.Ltd., que recebeu autorização para funcionar no Rio de Janeiro em 30 de Maio de 1905. Nesse mesmo ano adquiriu o controle acionário da concessionária de iluminação a gás, a empresa belga Société Anonyme du Gaz de Rio de Janeiro, serviço que foi controlado pela Light até 1969, quando foi transferido para o governo estadual.

A chegada da Light transformou a vida e a aparência da cidade. A companhia substituiu o bonde puxado a burro pelo elétrico, o lampião a gás pela luz elétrica, o fogão a lenha pelo gás canalizado, o mensageiro pelo telefone.

A Light passou a integrar a paisagem carioca através de trilhos, bondes, ônibus, rede aérea, torres de transmissão e postes ornamentais usados na iluminação pública. A energia elétrica prolongou o dia e, depois do sol, a cidade passou a ser iluminada pela luz da Light, que estimulou a vida noturna em torno dos cafés, teatros e cinemas.

Mudança de Controle

Após um longo período sob administração do governo federal, a Light foi privatizada, através de leilão na Bolsa de Valores do Rio de Janeiro, em 21 de Maio de 1996, arrematada por um consórcio formado por três multinacionais 

- Electricité de France (EDF), AES Corporation, Reliant Energy - e pela Companhia Siderúrgica Nacional.

Em Fevereiro de 2002, foi concluído o processo de reestruturação societária, consolidando a EDF como controladora da Light.

Para cumprimento da legislação vigente, foi finalizado o processo de desverticalização da Light em 2005, originando a holding Light S.A., controladora das três operacionais: Light Energia S.A., responsável pela geração/transmissão; Light Serviços de Eletricidade S.A., responsável pela distribuição, e Light Esco Ltda, comercializadora, formando assim o Grupo Light.

Em 28 de Março de 2006, foi celebrado o Contrato de Compra e Venda de Ações entre a EDF International S.A (EDFI) e a Rio Minas Energia Participações S.A. (RME), composta pela Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), Andrade Gutierrez Concessões S.A. (AG Concessões), Pactual Energia Participações S.A. (Pactual Energia) e Luce Brasil Fundo de Investimentos em Participações (Luce).


CPFL Código do Ativo: CPFE3 CPFL/RI      

HISTÓRICO

A CPFL Energia tem suas origens na Companhia Paulista de Força e Luz - CPFL Paulista, constituída em 16 de novembro de 1912, como resultado da fusão de quatro pequenas empresas de energia que atuavam no interior paulista.

Nesse período de 97 anos, a história societária da CPFL Paulista foi marcada por diversas etapas. Após 15 anos sob controle privado nacional, em 1927 a CPFL Paulista foi incorporada pelo grupo norte-americano American Foreign Power Co. - AMFORP, permanecendo sob seu controle até 1964, quando passou a ser controlada pela Eletrobrás, grupo estatal controlado pela União Federal.

Em 1975, o controle acionário da CPFL Paulista foi transferido para a Companhia Energética de São Paulo - CESP, empresa controlada pelo Governo do Estado de São Paulo. Em 07 de novembro de 1997, por meio de processo de privatização, passou para o atual grupo controlador.

A partir de então, a CPFL Paulista iniciou uma trajetória de expansão empresarial delineada por seus controladores, que culminou, em agosto de 2002, com a conclusão do processo de reestruturação, levando ao atual status societário da CPFL Energia, como holding de controle.

Em 2004, a Oferta Pública Inicial (“IPO”), realizada em 29 de setembro, foi o principal evento de natureza societária da CPFL Energia. Representou uma evolução em sua estrutura societária, através do incremento das ações em circulação no mercado, que evoluiu de 3,42%, participação detida exclusivamente pelo BNDES, em 2003, para 15,65% (5,09% BNDES e 10,56% não controladores), no encerramento de 2004.

Com intuito de simplificar ainda mais a estrutura societária e concentrar a liquidez nas ações da holding de controle, a CPFL Energia realizou, em 2005, a conversão da CPFL Geração em subsidiária integral da CPFL Energia mediante incorporação de ações, além de concluir a conversão da totalidade do empréstimo contratado junto ao IFC (International Finance Corporation), de US$40 milhões, em ações da CPFL Energia. Adicionalmente, realizou a incorporação das ações das controladas CPFL Paulista e da CPFL Piratininga.

Desde lá a Companhia já anunciou ao mercado as seguintes aquisições:

Aquisição dos 32,69% remanescentes da RGE em maio de 2006. A RGE é uma distribuidora de energia elétrica que opera no norte do estado do Rio Grande do Sul;

Aquisição de 11% de participação em Foz do Chapecó, aumentando sua participação no consórcio da usina para 51%. Esse empreendimento teve suas obras iniciadas em final de 2006 e tem operação comercial prevista para o terceiro trimestre de 2010;

Aquisição da Companhia Luz e Força Santa Cruz (”CPFL Santa Cruz”), em outubro de 2006. Essa distribuidora de energia elétrica atua no estado de São Paulo e Paraná;

Aquisição do holding CMS Energy Brasil (atualmente denominada CPFL Jaguariúna S.A.), em abril de 2007. Essa empresa atua nos estados de São Paulo e Minas Gerais, e adicionou ao grupo 4 distribuidoras, 9 PCHs e uma participação na Paulista Lageado Energia S.A.;

Criação da CPFL Bioenergia e assinatura do contrato de parceria entre a CPFL Bioenergia e a Baldin Bioenergia, em agosto de 2008, para o desenvolvimento do primeiro projeto de geração à biomassa do Grupo CPFL.


Tractebel Código do Ativo: TBLE3 Tractebel/RI  

A Tractebel Energia atua na implantação e operação de usinas geradoras de eletricidade, sendo também agente ativo na atividade de comercialização. Maior geradora privada de energia do Brasil, a Companhia é sediada em Florianópolis, Santa Catarina, e suas usinas se encontram instaladas nas cinco regiões do país, mais precisamente nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás, Tocantins, Maranhão, Piauí e Ceará.

A Companhia tem capacidade instalada própria de 6.908 MW, equivalente a cerca de 7% do total no Brasil. 

Seu parque gerador é composto por 22 plantas, todas operadas pela Companhia, das quais São:

09 (nove) são hidrelétricas,
06 (seis) termelétricas e 
07 (sete) complementares 

02– duas a biomassa, duas eólicas e três Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs).

 Entretanto, a capacidade instalada operada pela Tractebel é de 8.630 MW, pois quatro dessas usinas são exploradas comercialmente por meio de parcerias com outras empresas: Usina Hidrelétrica Itá, Usina Hidrelétrica Machadinho, Usina Hidrelétrica Estreito e Usina Termelétrica Ibitiúva Bioenergética. Nos valores de capacidade instalada própria e operada mencionados acima, está considerada a motorização completa de Estreito, prevista para 2012.


A Tractebel conta com aproximadamente mil empregados e seu portfólio de clientes é formado por distribuidoras, clientes livres e comercializadoras. Além da venda de energia, a Companhia presta serviços associados, como a implantação de instalações de cogeração, operação e manutenção de equipamentos de produção de energia e monitoramento da qualidade da energia.

A Tractebel é controlada pela International Power - GDF SUEZ , que detém 68,7% do seu capital social, e constitui-se em um dos principais ativos do Grupo, tendo atingido, ao final de 2010, um valor de mercado de R$ 17,9 bilhões.   

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