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quinta-feira, 28 de junho de 2012

Quirinópolis o Verdão do Cerrado Goiano em Etanol, Energia Renovável.


O Brasil é um grande país,  dimensão territorial. E, por ser a pura verdade, poucos brasileiros têm o privilegio de conhecer o verdadeiro Brasil. Abordarei aqui cidades e temas regionais do Brasil. Iniciarei com a cidade goiana Quirinópolis - Goiás, Brasil.

No Cerrado Goiano.  Localizado na região Centro Oeste, Quirinópolis se destaca por sua diversidade agropecuária, agrícola de commodities e energias renováveis como Etanol. Ela se destaca em larga escala na produção e moagem de cana-de-açúcar, extraído os subprodutos tais como: açúcar, álcool e bagaços para energia de biomassa. O álcool, popularizado é chamado de Etanol. Uma Energia Limpa, utilizada em largas escala nos veículos Flex, Brasil e Mundialmente!
Oliveiralimainvest10


Etanol a energia limpa do Brasil.  

O Brasil anos 70. Criou-se o Pro álcool ou Programa Nacional do Álcool. Foi um programa  em que o álcool se tornou uma fonte alternativa para os motores dos carros em larga escala dos combustíveis veiculares derivados de petróleo por álcool, financiado pelo governo do Brasil a partir de 1975 devido à crise do petróleo em 1973 e mais agravante depois da crise de 1979.

Em 14 de Novembro de 1975 o decreto n° 76.593 cria o Pró álcool, sendo os engenheiros Lamartine Navarro Júnior e Cícero Junqueira Franco considerados "os pais do Pró álcool", acompanhado pelo empresário Maurílio Biagi. O programa de motores à álcool foi idealizado pelo físico José Walter Bautista Vidal e pelo engenheiro Urbano Ernesto Stumpf este último conhecido como o pai do motor a álcool entre outros.
Usina Boa Vista. Quirinópolis - GO


O setor de refino de petróleo e produtos de álcool registrou variação de 0,28% em julho com relação a junho de 2011, o que representou a primeira variação positiva após dois meses consecutivos de queda.






Vídeo Petrobrás. Etanol sem Fronteira em Quirinópolis - Goiás, Brasil.


 O indicador do mês de julho retoma uma trajetória ascendente no acumulado do ano, registrando 3,88% de janeiro a julho, voltando a patamares de maio de 2011, quando o índice do ano se encontrava em 3,92%. 
Nos últimos doze meses, a elevação de julho de 2010 a julho de 2011 foi 6,62%, contra 6,37% de junho de 2010 a junho de 2011. 

A inversão de trajetória dos preços do setor se deve, principalmente, pelo aumento no nível de preços do álcool etílico, uma vez que a safra 2011 de cana-de-açúcar, que nos meses anteriores proporcionou diminuições nos indicadores, não mais exerce pressões negativas neste sentido.
Sites IBGE Nacionais e Internacional
CEPEA ESALQ.  
CME Group

 Quirinópolis - Goiás, Brasil.

Quirinópolis recebeu este nome em homenagem a José Quirino, um dos desbravadores da região do sudoeste goiano. José Quirino chegou à localidade no início do Século XIX, quando esta região era completamente desabitada. A alteração no nome da cidade foi aprovada pelo Decreto Lei Estadual nº 17, de 24 de fevereiro de 1931.

A história de Quirinópolis começou com a vinda da família de desbravadores de João Crisóstomo de Oliveira que partiu de Ouro Preto em 1832 e fixou-se entre o Córrego Água Limpa e o Rio São Francisco, tomando posse de vasta extensão de terras, onde fixou residência, construindo grande fazenda.
Em 1843 José Vicente de Lima e José Ferreira de Jesus e sua mulher Maria Jacinta Oliveira doaram uma faixa de terra á Igreja Católica, originando o povoado de Abadia do Paranaíba, recebendo posteriormente o nome de Nossa Senhora D’Abadia.

Em de 29 de Julho 1879 foi elevada á categoria de Freguesia, com o nome de Nossa Senhora D’Abadia ou Capelinha.
 A primeira Capela construída, aos poucos foi abandonada por localizar-se em área de baixada. Em 1910, foi demolida por José Quirino Cardoso, que construiu a atual Velha Matriz, mais uma vez com o auxílio do povoado.
A freguesia de Nossa Senhora tornou-se distrito de Rio Verde em 10 de Julho de 1894, e em 24 de Fevereiro de 1931, recebeu o nome de Quirinópolis, em homenagem a José Quirino. Finalmente em de Dezembro de 1943, foi elevada à categoria de cidade, desmembrando-se do Município de Rio Verde cuja emancipação ocorreu no dia 22 de Janeiro de 1944.
Bandeira Quirinópolis-GO 

Características geográficas
Área 3 780,173 km².
População 43 735 hab. IBGE/2011
Densidade  11,57 hab./km²
Altitude     541 m
Clima          tropical
Indicadores
IDH  0,780 médio PNUD/2000
PIB   R$ 700 327 mil IBGE/2009
PIB per capita     R$ 17 615,62 IBGE/2009
Produção Agrícola; cana-de-açúcar.  
Fonte Wikipédia.

Comidas típicas

A ‘Chica Doida’, uma iguaria assada, a base de milho verde, é a estrela principal do festival. Entre as novidades, além da degustação de vários pratos, estão o concurso gastronômico ‘A Chica mais Doida’ e oficinas de culinária com ‘chefes’ convidados, que vão ensinar receitas modernas paro o cardápio junino.



quinta-feira, 14 de junho de 2012

PIB de Goiás cresce 6,6% neste 1º trimestre 2012


PIB de Goiás cresce 6,6% neste 1º trimestre 2012

Os números apresentados pela Secretaria de Gestão e Planejamento (SEPLAN)  apontam um crescimento de 6,6% do Produto Interno Bruto (PIB) de Goiás, neste primeiro trimestre de 2012, em comparação ao mesmo período do ano anterior.

De acordo com o secretário de Gestão e Planejamento, Giuseppe Vecci, os números – embora sejam um “retrato momentâneo” da economia goiana – devem ser comemorados, pois refletem “um conjunto de políticas públicas bem sucedidas, do governo estadual”, disse, durante o evento realizado na sede do Conselho Regional de Economia (CORECON-GO), que contou ainda com as presenças do presidente da autarquia, Álen Rodrigues de Oliveira e da superintendente de Estatísticas, Pesquisa e Informações Socioeconômicas da SEPLAN, Lillian Prado.

Esta é a segunda vez que a SEPLAN divulga os números trimestrais do PIB, que refletem a conjuntura econômica momentânea do Estado, relacionando seus índices ao contexto do País, antecedendo os cálculos do PIB anual. A expansão de toda a riqueza gerada no Estado nos primeiros três meses do ano supera a média nacional, já que o PIB do período no País registrou índice de 0,8%.

Segundo Giuseppe Vecci, se for comparado à taxa brasileira (0,8%), o PIB goiano apurado no mesmo período surpreendeu ao crescer 6,6%. “Isso demonstra que a economia goiana continua pujante.

 Nesse momento que se tem ganhado, precisamos ampliar reformular a política de atração de investimentos para Goiás e continuar desenvolvendo o trabalho de prospecção de negócios que sejam positivos para nosso desenvolvimento”, afirmou.



Símbolos de Goiás

Agropecuária
Conforme a SEPLAN, o crescimento do PIB de Goiás no primeiro trimestre de 2012 é resultado principalmente do desempenho da agropecuária e da indústria. No período, a agropecuária registrou taxa de 9,7%, devido aos incrementos observados nos cultivos das lavouras temporárias, que avançaram 9,5%. A safra de grãos goiana cresceu 10,7% este ano, conforme o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), posição de março. Esse resultado posiciona Goiás como o quarto maior produtor nacional.

De acordo com o mesmo levantamento do IBGE, a soja, principal cultura do Estado, teve avanço de 7,4%. Também se destacaram o milho (33,9%) e o feijão (19,9%). Já cana de açúcar e sorgo registrou queda, respectivamente de 2,2% e 16,7%. A SEPLAN apurou ainda que o setor pecuário apresentou elevação de 3,8%.

Indústria
No primeiro trimestre deste ano, a taxa apurada na indústria goiana foi de 9,5%, com destaque para a indústria de transformação, que teve incremento de 9,9%. O volume do valor adicionado dos serviços industriais de utilidade pública (eletricidade, gás, água e limpeza urbana) expandiu 22,4% no período, principalmente devido ao aumento na geração e consumo de energia elétrica em relação ao registrado no mesmo trimestre do ano anterior.

De acordo com dados da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física (PIM-PF) do IBGE houve crescimento de 18,8% na indústria goiana no primeiro trimestre deste ano. A indústria de transformação teve taxa de 20,1%, com ênfase na expansão de 84,7% na fabricação dos produtos químicos, influenciada pelos medicamentos. Já o segmento de minerais não metálicos registrou índice de 18,1%, impulsionado pela produção de cimento.

Serviços 
O setor de serviços apresentou crescimento de 4,5% nos primeiros três meses de 2012 em relação ao mesmo período de 2011. Contribuíram para essa expansão os segmentos do comércio e de transportes. Segundo dados da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) do IBGE, o volume de vendas do comércio varejista goiano cresceu 8,1% no primeiro trimestre do ano, sobre igual período de 2011. Segundo a SEPLAN, o bom resultado do comércio varejista no Estado pode ser atribuído à melhora da renda do trabalhador em termos reais.

Variação real da economia goiana, por meio da evolução física de seus principais setores de atividade: Agropecuária, Indústria e Serviços.

Passou a ser calculado desde o ano de 2003, com periodicidade trimestral.
Redução da defasagem temporal (2 anos) do PIB anual.

Produto Interno Bruto Trimestral.

  Reflete a conjuntura econômica, o comportamento da economia, no curto prazo.

Taxas trimestrais                 GOIÁS

Períodos
Agropecuária
Indústria
Serviços
PIB
1º Trimestre/12
9,7
9,5
4,5
6,6
2º Trimestre/11
1,0
0,5
3,1
2,4
3º Trimestre/10
5,0
20,2
9,5
11,6
4º Trimestre/09
16,6
-5,7
1,1
2,0
5º Trimestre/08
23,7
5,6
7,2
9,6


Fonte:IBGE/ Segplan-GO/Sepin – Gerência de Contas Regionais e Indicadores, 2012
Comparação Goiás e Brasil. 1TRIMESTRE 2012

Atividade
Goiás
Brasil


Agropecuária
9,7
-8,5
Indústria
9,5
0,1
Serviços
4,5
1,6
PIB
6,6
0,8
A agropecuária liderou o crescimento do PIB goiano no 1º trimestre No Brasil, a média negativa de -8,5% refletiu o período de seca tanto na Região Sul como no Nordeste, o que afetou fortemente o setor agrícola. O trimestre representou 74% das exportações goianas.

Vídeo oliveiralimainvest10.blogspot.com

terça-feira, 12 de junho de 2012

Governador do Estado de Goiás. Presente na CPI do Cachoeira...

O Governador de Goiás; Marconi Perillo (PSDB)

A CPI do Cachoeira ouviu hoje, 12 de junho, por oito horas seguidas, o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB). Ele é citado mais de 230 vezes em gravações da Polícia Federal. O governador afirmou que o nome dele foi usado indevidamente e que não mantém relações com o bicheiro Carlinhos Cachoeira. Vídeo da CPI.


Créditos/Câmara dia 12 de junho 2012:

Marconi Perillo - Governador de Goiás (PSDB)

Dep. Chico Alencar (PSOL-RJ)

Dep. Miro Teixeira (PDT-RJ).

Tiago Ramos - Repórter

Dep. Odair Cunha (PT-MG) - Relator da CPMI

Dep. Carlos Sampaio (PSDB-SP)

Sen. Randolfe Rodrigues (PSOL-AP).

Dep. Paulo Teixeira (PT-SP)

Sen. Álvaro Dias (PSDB-PR)

Dep. Sílvio Costa (PTB-PE)

Goiás/Brasil

Estado de Goiás na linha do tempo da formação de Goiás explica, paulatinamente, a atual situação do Estado e seu posicionamento dentro do território brasileiro. Fatos e figuras históricas, famosos e anônimos, que construíram um Estado forte, desenvolvido em ciclos de lavoura, gado e mineração, à custa de negociações, estratégias e, mesmo da sorte – por vezes – a arraigar uma estrutura consolidada e, hoje, moderna e dinâmica.
Da distribuição espacial dos povos pré-históricos, passando pelo ouro vilaboense, até as marchas de progressos vindas rumo ao oeste, e a criação do Tocantins e de Brasília, Goiás tem, sim, muita história para contar.  
Arqueologia
Primórdios da história do Estado. Registros arqueológicos como os de Serranópolis. Presença indígena ancestral. 
Serranopolis
O município de Serranópolis, antiga Serra do Café, já era habitado há mais de 11.000 anos por nativos de nosso continente, considerando-se as evidências arqueológicas encontradas na região. Esta cidade merece serem visitadas por seus sítios arqueológicos, suas cachoeiras, corredeiras e reservas de cerrado com presença de fauna característica. 
No século passado, migrantes de Minas Gerais, São Paulo e Bahia se fixaram, em terras próprias para lavoura e pecuária. Em 1914, por lei municipal de Jataí foi criado o Distrito de Serra do Cafezal, mas com o declínio do café que através do decreto-lei estadual nº 8305, de 31-12-1943, o distrito de Serra do Cafezal passou a denominar-se Nuputira ("flor do campo" em tupi guarani). Em 14 de novembro de 1959, o distrito se emancipa com o nome de Serranópolis em alusão as serras encontradas.

Colônia
Ocupação inicial do território. Colonização portuguesa. Os primeiros bandeirantes. Anhanguera. A fundação da Cidade de Goiás. 
Colônia


Império
Início dos ciclos da lavoura, do gado e da mineração. Substituição na economia. Desenvolvimento da região. 
Período republicano
Criação da província de Goiás. Transferência para a nova capital. Surto de desenvolvimento. 
Criação de Goiânia/GO

Pós-ditadura e redemocratização
Fábricas Goiânia/GO
Trans formações políticas e econômicas. Modernização e desenvolvimento regional. Desafio: problemas sociais. O episódio do Césio-137. 
Separações - A criação do Distrito Federal
Marcha para o Oeste. Construção de Brasília. Governo JK. 
JK

Separações - A criação do Tocantins

Tocantins


Simbolo de Goiás
Enfrentamento de desigualdades. Incentivo ao desenvolvimento do Norte. A nova divisão de Goiás.
Leia mais sobre Goiás: http://www.goias.gov.br

terça-feira, 8 de maio de 2012

Censo 2010 Aglomerados Subnormais do Brasil


Censo 2010 Aprimorou a Identificação dos Aglomerados Subnormais.

A Constituição Brasileira se refere às "aglomerações urbanas", sem, no entanto explicitar o conceito. Segundo o seu artigo 25 § 3º do capítulo III, os Estados da Federação podem, "mediante lei complementar, instituir regiões metropolitanas, aglomerações urbanas e microrregiões, constituídas por agrupamentos de municípios limítrofes, visando integrar a organização, o planejamento e a execução de funções públicas de interesse comum." O conceito é também adotado pelo IBGE.

conceito de aglomerado subnormal foi utilizado pela primeira vez no Censo Demográfico de 1991. Possui certo grau de generalização de forma a abarcar a diversidade de assentamentos irregulares existentes no país, conhecidos como favelas, invasões, grotas, baixadas, comunidades, vilas, ressacas, mocambos, palafitas, entre outros.

Oliveiralimainvest10

O IBGE adotou inovações em 2010 para atualizar e aprimorar a identificação dos aglomerados subnormais (assentamentos irregulares conhecidos como favelas, invasões, grotas, baixadas, comunidades, vilas, ressacas, mocambos, palafitas, entre outros).  Aglomerados Subnormais – Primeiros Resultados, que tem como objetivo mostrar quantas pessoas vive e quantos domicílios existem nessas áreas, a distribuição delas no país e nas cidades e como se caracterizavam os serviços de abastecimento de água, coleta de esgoto, coleta de lixo e fornecimento de energia elétrica. 


As aglomeradas subnormais predominam nas regiões metropolitanas: 20 delas abrigavam, em 2010, 88,6% do total de domicílios em aglomerados, com destaque para as regiões metropolitanas de São Paulo, do Rio de Janeiro e de Belém, as quais, somadas, concentravam quase a metade (43,7%) do total de domicílios em aglomerados subnormais do país. As maiores proporções de domicílios ocupados em aglomerados subnormais em relação ao total de domicílios ocupados da Região metropolitana estavam em Belém (52,5%) Salvador (25,7%), São Luís (23,9%) e Recife (22,4%):

Abastecimento de Água

Em relação ao fornecimento de água, 88,3% dos domicílios particulares permanentes em aglomerados subnormais eram adequados (abastecimento por rede geral de distribuição). 

Na Região Norte se encontrava a menor percentual adequação, com destaque para Rondônia (30,0%) e Acre (48,7%), onde era comum o abastecimento por poço ou nascente (69,1% em Rondônia e 45,5% no Acre). 

Os maiores percentuais foram encontrados na Paraíba (98,5%) e Minas Gerais (98,3%).


Serviços Sanitários

O esgotamento sanitário era o serviço com menor grau de adequação (rede de coleta de esgoto ou fossa séptica) nos domicílios em aglomerados subnormais: 67,3% eram adequados, sendo 56,3% de domicílios ligados à rede geral de esgoto e 11,0% de domicílios ligados à fossa séptica.

 Era também o serviço que apresentava uma maior diferença percentual de adequação em relação às áreas urbanas regulares (85,1%). 

As aglomeradas subnormais de Tocantins (0,9%), Roraima (1,8%) e Amapá (7,7%) não chegavam a atingir 8,0% de adequação dos domicílios quanto ao esgotamento sanitário. Minas Gerais (87,2%), Bahia (86,8%) e Rio de Janeiro (83,2%) apresentaram percentuais acima de 80%.



Energia Elétrica

A adequação do serviço de energia elétrica (fornecimento com medidor exclusivo) atingiu 72,5% dos domicílios em aglomerados subnormais, mas 99,7% tinham energia elétrica. 

A diferença é composta por domicílios com energia elétrica de companhia distribuidora, mas sem medidor ou relógio (14,8%), domicílios com energia elétrica de companhia distribuidora e medidor de uso comum (8,9%) e domicílios abastecidos com energia por outras fontes (3,5%).

 Estes valores mostram que, apesar da disponibilidade da energia elétrica estar bastante universalizada nos aglomerados, havia problemas na qualidade, segurança e regularização em seu fornecimento. Roraima (15,8%), Distrito Federal (45,3%) e Amapá (45,4%) apresentaram percentuais de adequação em domicílios de aglomerados menores que 50,0%.

 A Região Nordeste possuía oito de seus estados com percentuais de adequação do fornecimento de energia elétrica aos domicílios acima de 75%, com destaque para o Ceará (92,8%), Maranhão (91,3%) e Bahia (85,7%).


Não é a primeira vez que o IBGE trata sobre o tema em uma publicação específica. O Instituto lançou em 1953 o volume “As favelas do Distrito Federal e o Censo Demográfico de 1950”, quando foi apurado que 7,2% da população do Distrito Federal (169.305 pessoas) eram moradores de favelas. Desde então, com a aceleração do processo de urbanização do Brasil, o problema ganhou maior dimensão e complexidade.

O Manual de Delimitação dos Setores do Censo 2010 classifica como aglomerado subnormal cada conjunto constituído de, no mínimo, 51 unidades habitacionais carentes, em sua maioria, de serviços públicos essenciais, ocupando ou tendo ocupado, até período recente, terreno de propriedade alheia (pública ou particular) e estando dispostas, em geral, de forma desordenada e densa.Fonte IBGE

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Novas Regras na Remuneração de Poupança


Novas Regras na caderneta de Poupança

O governo vai atrelar a remuneração da poupança à taxa básica de juros, a Selic. A mudança será editada por medida provisória, que deve entrar em vigor amanhã (4). A informação é de líderes sindicais que participaram de reunião em que a presidenta Dilma Rousseff apresentou a proposta às centrais sindicais.

o critério atual de remuneração da poupança – de 6,17% ao ano mais variação da Taxa Referencial (TR) – vai ser substituído pela variação da TR mais 70% da Selic, quando a taxa básica de juros chegarem a 8,5% ao ano ou menos. Atualmente, a Selic está fixada em 9% ao ano.
Oliveiralimainvest10

A alteração valerá apenas para novos depósitos, e não afetará as 100 milhões de contas na caderneta de poupança existentes.
A mudança garante direitos dos poupadores atuais.

A mudança na remuneração da poupança vai permitir que o governo continuasse a baixar os juros sem que os grandes investidores se sintam estimulados a migrar para a poupança e deixem de comprar títulos públicos. O anúncio oficial da medida deve ser feito ainda hoje pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega.

Real
A nova remuneração só incidirá sobre os depósitos feitos a partir da edição da medida provisória. Assim, quem tem uma caderneta de poupança terá o saldo corrigido de duas formas: pelo rendimento tradicional, para o dinheiro guardado até hoje e pela nova regra, para os futuros depósitos.


domingo, 22 de abril de 2012

Índice Balança Comercial do Brasil dia 26/04/12.


Balança Comercial Brasil. Agenda dia 26/04/12 As 13h00min.
O Índice da Balança Comercial mede a diferença de valor entre as mercadorias exportadas e importadas (exportações menos importações). Este é o maior componente do saldo de pagamentos do país.
Oliveiralimainvest10

 Balança Comercial: Previsão        6.1%.   Anterior         5.7%.
Dados de exportação podem refletir o crescimento no Brasil. Importações fornecer uma indicação da demanda doméstica. Porque os estrangeiros devem comprar a moeda nacional para pagar as exportações do país, pode ter um efeito considerável sobre o Real.
Valores superiores aos esperados devem ser considerados como positivo-altos para o Brasil Real enquanto valores inferiores aos esperados devem ser considerados como negativo-baixos para o Brasil Real. Ver mais >> IBGE http://www.ibge.gov.br

terça-feira, 17 de abril de 2012

PIB DO BRASIL REAL, DEVERÁ SER ULTRAPASSADO DA SEXTA POSIÇÃO 2011 PELO DO REINO UNIDO.PROJEÇÃO FMI


PIB do Brasil deverá cair uma posição em 2012, saindo da sexta posição, trocando com Reino Unido, atual  na sétima posição. 

Segundo o relatório do FMI projeta que a economia brasileira voltará a crescer mais que a britânica em 2012, mas prevê, entretanto, que o PIB nominal brasileiro em dólares ficará abaixo do PIB do Reino Unido. Ou seja, o FMI indiretamente prevê uma alta do dólar em relação ao real.

O fundo prevê um crescimento de 3% para o PIB brasileiro e de 0,8% para o PIB britânico em 2012.

 Já o PIB brasileiro em dólar deverá somar US$ 2,449 trilhões, abaixo dos US$ 2,452 trilhões do Reino Unido, segundo o relatório.
Em 2011, segundo os dados consolidados do FMI, o Brasil registrou o 6º maior Produto Interno Bruto (PIB) nominal.

A economia brasileira alcançou em dólares US$ 2,492 trilhões em 2011, ante US$ 2,4217 trilhões da britânica. Foi a primeira vez que o PIB brasileiro apareceu à frente do britânico.
Oliveiralimainvest10


ultrapassagem em 2011 se explica em grande parte pelos desempenhos das duas economias no ano passado: 

enquanto o Brasil cresceu 2,7%, a Grã-Bretanha teve expansão de 0,7%.

Outro fator que teve peso no resultado foi a acentuada apreciação do real no período, superior à valorização da libra. 

Ranking de países por PIB nominal (em US$ trilhões)

Posição          2011                2012 (Projeção)

1º         EUA (15,094)            EUA (15,609)

2º         China (9,729)             China (7,991)

3º         Japão (5,869)             Japão (5,980)

4º        Alemanha (3,577)      Alemanha (3,478)

5º         França (2,776)           França (2,712)

6º        Brasil (2,492)             Reino Unido (2,452)

7º         Reino Unido (2,417) Brasil (2,449)

8º        Itália (2,198)              Itália  (2,066)

9º        Rússia (1,850)            Rússia (2,021)

10º       Canadá (1,736)          Canadá (1,804)

Fonte: Fundo Monetário internacional

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Na 2ª semana de abril de 2012, a balança comercial registrou superávit de US$ 12 milhões,

Na 2ª semana de abril de 2012, a balança comercial registrou superávit de US$ 12 milhões, resultado de exportações no valor de US$ 4,848 bilhões e importações de US$ 4,836 bilhões. No mês, as exportações alcançaram US$ 8,226 bilhões, e as importações US$ 8,506 bilhões, com saldo negativo de US$ 280 milhões. No ano, as exportações somam US$ 63,306 bilhões, as importações, US$ 61,149 bilhões, com saldo positivo de US$ 2,157 bilhões.

Nas exportações, comparadas as médias até a 2ª semana de abril/2012 (US$ 914,0 milhões) com a de abril/2011 (US$ 1,062 bilhão), houve queda de 13,9%, em razão da retração nas exportações das três categorias de produtos:

Semimanufaturados (-19,1%, de US$ 136,2 milhões para US$ 110,2 milhões, por conta de açúcar em bruto, alumínio em bruto, óleo de soja em bruto e couros e peles).

Básicos (-17,3%, de US$ 543,0 milhões para US$ 449,2 milhões, por conta, principalmente, soja em grão, farelo de soja, fumo em folhas, café em grão, minério de ferro, carne de frango e suína) e manufaturados (-5,7%, de US$ 356,8 milhões para US$ 336,6 milhões, em razão de aviões, automóveis, veículos de carga, máquinas e aparelhos para terraplanagem, laminados planos e autopeças).



 Relativamente a março/2012, a média diária das exportações decresceu 3,8% (de US$ 950,5 milhões para US$ 914,0 milhões), devido à retração em básicos (-2,5%, de US$ 460,8 milhões para US$ 449,2 milhões).  

Manufaturados (-6,3%, de US$ 359,2 milhões para US$ 336,6 milhões), enquanto cresceram as vendas de semimanufaturados (+1,0%, de US$ 109,1 milhões para US$ 110,2 milhões). 

   Nas importações, a média diária até a 2ª semana de abril/2012, de US$ 945,1 milhões, ficou 1,9% abaixo da média de abril/2011 (US$ 963,8 milhões) e 10,1% superior a março/2012 (US$ 858,7 milhões). No comparativo com abril/2011, diminuíram os gastos, principalmente, com adubos e fertilizantes (-33,6%), borracha e obras (-27,7%), veículos automóveis e partes (-7,2%), farmacêuticos (-6,9%), químicos orgânico-inorgânicos (-3,9%), aparelhos eletroeletrônicos (-3,3%) e plásticos e obras (-2,5%). Em relação a março/2012.
Com acréscimo, principalmente, nos seguintes produtos:
Combustíveis e lubrificantes (+39,9%)
Cobre e suas obras (+21,8%)
Veículos automóveis e partes (+13,8%)
Aparelhos eletroeletrônicos (+12,4%)
Equipamentos mecânicos (+7,0%).
Fonte MDCI




As 10 Bandeiras Mais Bonitas A.L.

Livros Sugeridos...

  • ...Boa Leitura!
  • Guia do Mercado de Capitais; Humberto Casagrande,Lucy Sousa e Maria Cecília Rossi. Lazuli Editora
  • Investimentos: Os Segredos de George Soros & Warren Buffett; Mark Tier. Editora Campus
  • Investindo Sem Erro; José Godoy, Luiz Gustavo Medina, Marco Antônio Gazel Junior. Editora Saraiva
  • Mercado de Capitais O que é, como funciona; Editora.CNB

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